Envie seu vídeo(11) 97569-1373
quinta 01 de outubro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 01/10/2020
ÚNICCO POÁ
SOUZA ARAUJO
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO

Lei do Farol Baixo aumenta procura por automatização de sistema

22 JUL 2016 - 08h00

O uso do farol baixo, que se tornou obrigatório desde o dia 7 de julho, tem aumentado a procura de suzanenses a auto elétricas. O objetivo é a instalação de dispositivos que permitam que o farol funciona automaticamente quando o veículo é ligado e desligado. A preocupação de se esquecer de ligar o farol ou de desligar após o uso do carro tem sido o motivo da procura. No Alto Tietê, aproximadamente 333 mil veículos passaram a ter de respeitar a lei.

Muitos motoristas ainda estudam preços e a possibilidade de realizar a mudança no veículo. Isso é o que contou o proprietário de um estabelecimento na Rua Miguel dos Santos, no bairro Casa Branca. "O pessoal está especulando bastante sobre isso. Eu recebo umas seis pessoas por semana perguntando sobre o assunto. Até agora, só fiz o procedimento em três carros", contou Sergio Rodrigues Constante, de 33 anos.

Segundo o comerciante, o procedimento dele é diferente do que é realizado em outras oficinas. A mudança é que, ao invés do farol ser ligado automaticamente com a virada da chave, Constante liga o farol no interruptor junto da lanterna e buzina. "Eu acho errado deixar automático, porque pode descarregar, caso precise fazer algo com o carro ligado. Do meu jeito, a pessoa só precisa deixar o interruptor ligado e ele liga e desliga junto com a partida do carro, mas caso seja necessário desligar, também é possível, mesmo com o carro ligado", explicou. Sergio cobra R$ 50 pelo procedimento.

Já o proprietário de uma auto elétrica na Avenida Armado de Salles Oliveira, no Centro, Júlio Tanikawa, de 58 anos, disse que a procura está grande. "Todo dia tenho de dois a quatro carros para fazer. Cobro R$ 80. Eu faço sistema que liga quando você dá partida, quando motor pega, e não quando liga a chave. Para não prejudicar as lâmpadas e outros sistemas", explicou. Tanikawa contou que antes da lei, o serviço não tinha procura.

Nem todas as unidades que prestam esses serviços estão tendo procura. Esse é o caso comerciante Luciano Rita, de 48 anos, que possui uma auto elétrica na Vila Figueira. "Não tive procura, por enquanto está tranquilo. Vamos ver agora com a lei, mas por enquanto não apareceu não", contou.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias