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Jornal Diário de Suzano - 21/10/2020
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Lixeiras precisam de manutenção. Novos modelos são estudados

17 JAN 2016 - 07h00

Quarenta e nove lixeiras estão em má conservação nas duas principais ruas do centro de Suzano. Na General Francisco Glicério e na Benjamin Constant, os depósitos de lixos estão com as tampas quebradas e até mesmo apenas com o suporte do saco de lixo. Segundo os cidadãos, o motivo é a falta de manutenção de longo tempo e vândalos que as quebram durante a noite. A Secretaria de Serviços e Manutenção confirmou que o problema acontece em razão da depredação e vandalismo. A administração municipal está avaliando e estudando outros modelos de lixeiras para implantação na cidade.

Em toda extensão da Benjamin, cerca de dois quilômetros, foram identificados 24 recipientes. Isto significa uma média de seis lixeiras a cada 500 metros. Já no trecho da Glicério, três quilômetros, 25 latões de lixo foram detectados. Assim, nas duas vias mais movimentadas pelos suzanenses há cerca de cinco lixeiras em meio quilômetro.

A corretora Tatiana Alves Souza, de 35 anos, disse que deveria ter mais depósitos de lixos para a grande quantidade de cidadãos que se locomovem pelas ruas. "As lixeiras deveriam ser distribuídas de uma forma melhor. Vemos pontos de rua que não há. Aliás, a situação delas está péssima cada vez mais".

Além disso, no trecho da Biblioteca Municipal, onde muitos cidadãos trafegam, não há nenhum tipo de lixeira. "Tinha que ter mais objetos para jogarmos os lixos, mas também devemos contar com a colaboração da população. Muitas pessoas não têm consciência e joga lixo no chão e isto é horrível", falou o montador Tiago Senas, de 27 anos.

Já a balconista Lucia Harayasiki, de 37 anos, explicou que deveria ter mais fiscalização de fiscais perto das lixeiras, para assim incentivar as pessoas a ter mais cuidado com as vias. "A Prefeitura podia colocar fiscais para verificar as pessoas que jogam lixo na rua. Assim, muitas iriam parar de jogar na rua. A lixeira muitas vezes fica lotada e com isso os lixos caem na rua".

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