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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Lojistas do Shopping Popular fazem vendas nas ruas para aumentar renda

12 JUL 2016 - 08h01

Os lojistas do Shopping Popular de Suzano estão saindo do local para conseguir aumentar as vendas dos produtos. A alternativa está sendo usada, segundo eles, por conta do fraco movimento no espaço. Os vendedores dizem também que a crise é um dos principais fatores para este cenário.

A vendedora de roupa, Luciana Souza, de 38 anos, ressaltou que fica vários dias sem vender nenhuma peça. "Muito difícil a situação que passamos aqui. A crise está no geral e entendo porque alguns de nossos colegas saíram para vender fora. O fluxo de pessoas é muito pouco aqui. Para se ter noção, há dias que não vendo nenhuma roupa. Isso traz grandes problemas no meu orçamento e fico sempre buscando alternativas para driblar essas condições financeiras".

O comerciante de aparelhos eletrônicos, Alexandro da Silva, de 35 anos, falou que o número de vendedores caiu bastante no shopping. "Não tenho ideia quanto foi, mas muitos saíram para vender na rua. Entendo a atitude deles, porque dessa forma conseguirão clientes mais fáceis e por consequência a renda será maior. Continuo aqui, pois me sinto bem e ainda tenho algum lucro no meu estabelecimento".

Outra vendedora, Nice de Jesus, de 50 anos, disse que os ambulantes que ficam em frente ao espaço também atrapalham as vendas. "A saída de muitos se deu devido aos ambulantes ficarem vendendo produtos iguais aos que tinham aqui. A fiscalização devia ser mais rigorosa por parte do Executivo para que o shopping pudesse virar um grande comércio".

O presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Suzano, Neder Romanos, falou que é injusto os vendedores estarem agindo desta forma. "Ao verdadeiro comerciante não é justo, pois ele acaba pagando imposto pelo espaço e merece ter fluxo no seu comércio. Chega a atrapalhar muito o movimento e até mesmo na questão de emprego do município. A nossa principal visão é que vemos uma ação ilegal. Já que estão nas ruas vendendo a fiscalização devia ser um pouco maior, mas acredito que o Executivo deva estar se mobilizando para fazer isso", explicou.

A Prefeitura informou que a Fiscalização de Posturas atua permanentemente no município. No entanto, as operações mais pontuais, como nas proximidades do Centro Popular de Compras e na Rua General Francisco Glicério, por exemplo, demandam trabalho conjunto entre o setor de Fiscalização, a Guarda Civil Municipal e também a Polícia Militar. Por isso, precisam ser programadas. “Esse tipo de ação é realizado regularmente na cidade para coibir atividade ilegal”, informou em nota.

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