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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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Macrodrenagem na Lagoa Azul vai reduzir volume de água, prevê projeto

18 FEV 2016 - 07h01

Depois de tantos acidentes que levaram jovens à morte por afogamento na Lagoa Azul, a Secretaria de Obras e Infraestrutura está estudando realizar uma macrodrenagem no local para retirada da água. O objetivo seria tornar as cavas rasas, como um espelho d'água, ou seja, retirar o volume de água, impedindo futuros acidentes. A responsável pela pasta, Carmen Lúcia Lorente, a Carminha, informou também que o projeto faz parte da intenção de tornar toda a área uma extensão do Parque Max Feffer, o que tornará o local um parque ambiental.

De acordo com ela, o projeto depende da aprovação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), já que, apesar do local ser uma antiga cava de mineração, a legislação o considera como área ambiental. Apesar disso, a secretária afirmou que o projeto já está em processo de finalização. Além disso, um técnico especializado será contratado para ajudar no estudo. "Queremos uma lâmina menor de água na área que pode compor um parque, junto com o Max Feffer", explicou.

Carminha afirmou ser um projeto complexo. Há a possibilidade de a água da lagoa ser bombeada para o Rio Guaió. "Nós temos que analisar o Rio Guaió e todas as bacias hidrográficas do município para saber o que vai acontecer depois do processo de macrodrenagem da região, é preciso ter um estudo aprofundado. Porque, por exemplo, a Lagoa Azul poderia voltar a encher", explicou. A possibilidade do lagoa voltar a ter água depende de ligações com outras fluviais.

Ainda de acordo com a secretária, a responsabilidade da Lagoa Azul está novamente nas 'mãos' da Prefeitura, devido a concessão dada pela Faculdade Piaget, de parte do terreno. Antes, 165 mil metros quadrados (m²) pertenciam à unidade escolar, agora são apenas 92 mil m². Nos outros 73 mil m², em posse da administração pública, será realizada a obra de prolongamento da Rua Sete de Setembro.

"Temos que fazer todo o planejamento com a Cetesb, para obter autorização para diminuir as cavas. Porque essa lagoa no Centro de Suzano é um problema. É perigoso, são cavas de 20 a 30 metros de profundidade e não adianta avisar a população que eles continuam a frequentar o local", explicou. A secretária passou essas informações durante uma vistoria no prolongamento da Rua Odilon de Souza realizada ontem. Depois da vistoria, que aconteceu de manhã, a secretária participaria de uma reunião jurídica para debater o assunto.

COMPLEXO EDUCACIONAL

Durante a vistoria no prolongamento da Rua Odilon de Souza e o prédio em finalização do Serviço Social da Indústria (Sesi), na mesma rua da lagoa Azul e do Max Feffer, a Avenida Senador Roberto Simonsen, Carminha também falou sobre o futuro da região. "Aqui vamos ter o prolongamento da Sete de Setembro, a implantação do Hospital Regional, que imagino que no futuro também possa ser local de estudo junto com a universidade. Além disso, será implantado uma Faculdade de Tecnológica do Estado de São Paulo (Fatec) e uma Escola Técnica Estadual (Etec), ou seja, um complexo educacional. O projeto do parque também é muito importante. É uma área que vai crescer muito", pontuou.

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