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Maioria descarta falta de AstraZeneca para 2ª dose; Mogi e Itaquá usam Pfizer

Condemat disse que não há falta da vacina e que segue cobrando o Estado para que as cidades não fiquem desabastecidas.

Por Lucas Lima - da Região14 SET 2021 - 08h00
Maioria das cidades não vê falta de vacina, mas pode utilizar Pfizer se necessárioFoto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
As cidades do Alto Tietê descartaram a falta da vacina AstraZeneca para aplicação de segunda dose e afirmaram que, se necessário, vão utilizar a vacina da Pfizer como alternativa para completar o esquema vacinal. Apenas Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuba realizam a segunda opção. O Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) disse que não há falta da AstraZeneca e que segue cobrando o Governo do Estado para que as cidades não fiquem desabastecidas.
 
Em Suzano, a Prefeitura informou que não estão em falta doses da AstraZeneca para aplicação de segunda dose. Por enquanto, a administração municipal descartou a possibilidade de usar doses da Pfizer como alternativa. O secretário de Saúde, Pedro Ishi disse que os lotes com doses da AstraZeneca foram suficientes para atender ao público que precisava da segunda aplicação nos três últimos dias de vacinação em Suzano, entre quinta-feira e sábado da semana passada. “A situação está sob controle. Por enquanto, não há necessidade de aplicar vacina de outra fabricante no lugar como segunda dose”, comentou.
 
Por outro lado, Mogi confirmou que, nesta terça-feira (14), às 16 horas, será disponibilizado agendas com Pfizer para vacinados com AstraZeneca que já tenham completado 12 semanas. No entanto, a Secretaria de Saúde informou que o município ainda tem aproximadamente 4.300 doses da AstraZeneca para segunda dose. Além disso, a pasta ressaltou que pessoas vacinadas com AstraZeneca e que não completaram as 12 semanas de intervalo, não serão atendidas nesta estratégia.
 
Em Itaquá, a Prefeitura disse que possui AstraZeneca para a segunda dose. “Há doses o suficiente para a população residente”, esclareceu em nota. Contudo, a Secretaria de Saúde confirmou que providenciou o termo de ciência que se refere a substituição do imunizante e ele foi enviado às unidades nesta segunda-feira (13). O município está elaborando as orientações a respeito da troca. “Embora haja AstraZeneca suficiente, a Pfizer será utilizada, pois é necessário otimizar seu uso devido ao tempo para utilização depois do descongelamento”, diz a nota enviada pela pasta.
 
Já em Poá, o Departamento de Vigilância em Saúde disse que não está em falta o imunizante AstraZeneca para aplicação da segunda dose e que, se for necessário, serão utilizadas as doses do imunizante Pfizer para completar o esquema vacinal.
 
Na contramão, Ferraz de Vasconcelos esclareceu que no momento não há falta de doses da AstraZeneca e que tem estoque de vacina para trabalhar setembro com tranquilidade. “Temos estoque 17.000 mil doses”, informou em nota.

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