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Jornal Diário de Suzano - 01/08/2021
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Maioria mantém confiança na vacina e cumpre os protocolos

Com a "Virada da Vacina", a esperança para o cenário pandêmico chegar ao fim ficou mais próxima para os entrevistados

Por Matheus Cruz - de Suzano18 JUN 2021 - 23h00
Maioria mantém confiança na vacina e cumpre os protocolosFoto: Divulgação
Oito das dez pessoas entrevistadas pelo DS nesta sexta-feira (18), demonstram otimismo para o fim da pandemia através do avanço da vacinação.
 
Celso de Oliveira, 51, foi um dos vacinados durante a Virada da Vacina, na Arena Suzano. Ele chegou a perder o emprego durante a pandemia e agora pretende voltar ao mercado de trabalho assim que receber a segunda dose. “É um momento de muita felicidade após tanto sofrimento e espera”, estimou.
 
De acordo com o operador de empilhadeira Severino de Sousa, 50, que também já recebeu a primeira dose e aguarda na fila para conclusão da imunização, a vacina é o melhor método de proteção contra o vírus, além dos protocolos sanitários que devem ser mantidos. 
 
A artesã Roseli Giovanini, 63, também já recebeu a primeira aplicação contra a Covid-19. “Não vejo a hora de todos receberem as vacinas”, disse. A mesma expectativa ocorre com o artesão Gilberto Santos, 31. Entretanto, apesar de viver das feiras de artesanato e do movimento que os eventos trazem, ele não possui tanta confiança no processo de imunização contra o vírus. “Tenho minhas dúvidas, já que pessoas que tomaram chegam a um quadro muito ruim de saúde. Mas continuo me protegendo como posso”, afirmou.
 
Entre os que depositam doses de esperança, a estudante Radilan Vitória também pretende ser vacinada quando chegar sua vez. “A vacina representa a vida”, avalia.
 
Na mesma linha, o pedreiro Isac Santos, 29, defende a vacinação em massa o mais rápido possível. “É um sinal de novos momentos que teremos daqui para a frente”. Na contramão do que pensa o pedreiro, a artesã Anny Franclyn, 24, faz parte do grupo dos que não possuem confiança na vacina. Apesar de manter a caderneta de imunização de sua filha de três anos em dia, a artesã não confia nas doses contra a Covid-19. Os aposentados Paulo Francisco Nunes, 73, e Luiza Marilaques, 61, também confiam no processo de imunização. 
 
“É certo que em alguns casos acontecem efeitos colaterais, mas isso é o de menos. Muitas pessoas morreram por não ter a chance disso. Agora só precisamos dar credibilidade à vacina”, comentou.
 
No mesmo ritmo, a dona de casa Vitória Santos, 24, pretende ser vacinada assim que a campanha abranger sua idade. Entre sua família, a moradora do Casa Branca lembrou que a maioria já foram imunizados, faltando apenas os mais novos.
 
“Todos da minha família que puderam, já foram vacinados. Não existe melhor forma de evitar ainda mais mortes do que se vacinar, então estou ansiosa para que a minha vez chegue”, completou.

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