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Jornal Diário de Suzano - 02/12/2020
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Reisinger Ferreira
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Más condições de estradas vicinais dificultam passagem de veículos

31 JAN 2016 - 07h01

Buracos, lama, falta de acostamento e sinalização precária. Estes são alguns dos problemas encontrados nas estradas vicinais de Suzano. Juntos, os obstáculos trazem uma série de transtornos à população local, porém, as dificuldades impedem, muitas vezes, a circulação dos ônibus, e até mesmo de carros, o que revolta os moradores e os deixam ilhados no bairro onde moram.

A reportagem do DS percorreu diversas estradas vicinais. Entre elas: Estrada do Guaió, Pau a Pique, Fazenda Viaduto, Keida Harada, Duchen, Varinhas e Koyama.

O percurso de pouco mais de 2 horas teve início na Estrada do Guaió. A rua de pouco menos de mil metros de extensão é uma importante via de acesso que liga Suzano a Ferraz de Vasconcelos. O trecho é curto e o asfalto está em boas condições, contudo, a estrada não possui acostamento e mato alto contorna ambos os lados da rua. A Guaió passa por baixo do Trecho Leste do Rodoanel Mário Covas (SP-21) e logo em seguida ganha outro nome, Estrada das Cerejeiras. Vale destacar que em toda a extensão a sinalização é precária, quase inexistente, além disso, lixo e entulho disputam espaço com o matagal.

Na Estrada Pau a Pique, uma das piores estradas vicinais, o caminho é de terra. Um dia após fortes chuvas, o percurso é repleto de lama e caso o motorista não tenha atenção pode ficar atolado. Na via, ainda é possível constatar a falta de sinalização e árvores no local do acostamento. A via tem pequena melhora próximo à área urbana, onde recentemente foram jogados cascalhos. No local, alguns moradores, como Antonio Nishimori, de 65 anos, jogam cascalho nos buracos para facilitar a passagem de carros na via.

Já a Fazenda Viaduto, é praticamente toda de terra. O mato alto também cerca o caminho e a sinalização é precária. No trecho urbano também foram jogados cascalhos e em um pedaço da via, onde existe asfalto, é possível notar o que sobrou da pavimentação. Hoje, a região é esburacada.

A Keida Harada, em Palmeiras, apresenta boa pavimentação. Mas as placas de sinalização estão enferrujadas. Em um dos trechos é quase imperceptível o limite de velocidade e para enxergar a placa é preciso reduzir a velocidade para 10 km/hora. A Estrada do Duchen, que fica próximo deste trecho, também possui o pavimento adequado. Contudo, da altura do número 1.270 para frente os moradores precisam de paciência. Buracos, terra e mato alto se tornam a paisagem local.

Na Estrada do Koyama, enquanto o asfalto possui condições adequadas, as vias adjacentes são todas de terra. Além disso, parte da estrada não possui acostamento e o trecho urbano conta com pequenas calçadas. Vale destacar que a maior parte destas vias são responsáveis pelo escoamento de hortaliças plantadas em Suzano e a falta de manutenção das estradas prejudica o tráfego de caminhões, que em dias chuvosos não podem circular.

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