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Cidades

Mesmo com pandemia, procura por imóveis tem alta

Corretores ganharam um papel a mais nas negociações de compra e aluguel

Por Matheus Cruz - de Suzano18 ABR 2021 - 16h48
Mesmo com pandemia, procura por imóveis tem altaFoto: Regiane Bento/DS
Na contramão de outros setores afetados com o agravamento da pandemia, a procura por imóveis comerciais e residenciais no setor imobiliário segue em alta. De acordo com o presidente da Associação dos Corretores de Imóveis de Suzano (Acoris), Ademilson Bernardes, os meios digitais contribuem para que as negociações sigam ocorrendo na cidade de Suzano e região.
 
“Continuamos com as negociações de venda e alugueis de imóveis. Cada vez mais a tecnologia tem nos ajudado. Antes mesmo da pandemia, muitas imobiliárias já aproveitavam os meios digitais para anunciar imóveis. Então agora só se intensificou”, explica o presidente da entidade. 
 
Apesar da facilidade encontrada com o uso das plataformas online, desde o início da pandemia os corretores ganharam um papel a mais nas negociações de compra e aluguel. Agora, eles também precisam atuar na renegociação de valores de alugueis, especialmente para imóveis comerciais. Com o fechamento e restrições impostas a estes estabelecimentos, inquilinos perderam grande parte da renda, dificultando o pagamento da mensalidade. Por outro lado, proprietários não querem deixar de receber os alugueis.
 
“O corretor é um elo de informação entre os dois. É uma nova negociação que tivemos que aprender para fazer. Entendemos que ninguém pode ficar no prejuízo. Alguns proprietários dão desconto de 20% no aluguel, outros 30%, depende de cada caso que analisamos”, conta. Em paralelo com os imóveis do Centro, o presidente da Acoris destaca um problema antigo que se expande para todas as outras cidades. A quantidade de imóveis desocupados há muitos anos e se encontram abandonados por seus proprietários.
 
Ademilson avalia que os proprietários poderiam ser autuados, ao menos, para que fosse realizada a limpeza destes locais. “É uma característica dos grandes centros, infelizmente. Uma saída seria a atuação de cada proprietário. Caso não queiram dar uma ocupação aos imóveis, no mínimo que façam a limpeza e manutenção dos locais”, sugere. 
 
Bairros
 
Para além dos números de negociações na área central, Ademilson também destaca a importância do crescimento dos bairros, que, cada vez mais, se apresentam como alternativas para que novos estabelecimentos sejam abertos na cidade. “Analisando os bairros, percebemos o crescimento importante do Dona Benta, de Palmeiras e do Miguel Badra. Grandes redes de lojas estão chegando à estes locais que antes não eram tão vistos. O número de consumidores pode ser um atrativo para empresários investirem”, aponta.

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