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Jornal Diário de Suzano - 20/07/2019
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Ministério da Saúde vai criar grupo para avaliar situação da Santa Casa

Informação foi dada nesta quarta-feira (13) após relatório do Conselho Fiscal que apontou dívida milionária da entidade

Por Edgar Leite e Aline Moreira - de Suzano14 FEV 2019 - 00h04
Santa Casa de Suzano: Ministério da Saúde fará análise da situaçãoFoto: Sabrina Silva/Divulgação
O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (13) ao DS que vai criar um grupo temático para avaliar a situação da Santa Casa de Suzano e de todas as demais do País.
 
Os responsáveis e interventores serão chamados pela pasta para debater as necessidades no funcionamento e atendimento. O objetivo é avaliar também as condições financeiras.
 
O DS trouxe reportagem, na edição de quarta-feira, mostrando que a Santa Casa de Suzano tem dívida de R$ 321,82 milhões. Desse total, R$ 79,023 milhões são de dívidas gerais (Fornecedores, Tributos, etc), R$ 229,18 milhões de ações judiciais em trâmite e R$ 13,61 milhões de dívidas no Tribunal de Contas.
 
Uma parte da dívida foi paga pela Prefeitura em 2017 e 2018. O valor pago de R$ 13,39 milhões - que inclui fornecedores, décimo terceiro atrasado, parte de acordo trabalhista, tributos federais e empréstimo a Caixa Econômica Federal (CEF) - diminuiu o valor inicial, que era de R$ 335,22 milhões. 
 
Mesmo com uma parte quitada, a Santa Casa corre o risco de ser fechada, já que o prédio hospitalar foi penhorado em 2016. Ou seja, a Santa Casa corre risco de perder o prédio.
 
Em agosto de 2018, o então presidente Michel Temer (MDB) fez um aceno à saúde ao assinar uma medida provisória que autoriza o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em operações de crédito destinadas a hospitais filantrópicos e sem fins lucrativos, as chamadas Santas Casas. "Vamos tirar as instituições filantrópicas da sala de emergência", afirmou Temer na ocasião.
 
Hoje, em todo o País, as Santas Casas pegam empréstimos do BNDES com juros de 19% a 22% ao ano. Com a MP, essa taxa vai para 8,66%, segundo o então ministro da Saúde, Gilberto Occhi. O texto autorizou a destinação de 5% dos recursos do FGTS para a linha de crédito, que seria operacionalizada pela Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES.

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