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Jornal Diário de Suzano - 01/10/2020
ÚNICCO POÁ
SOUZA ARAUJO
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO

Nível das represas da região aumenta e volume de água chega 41,8%

12 MAR 2016 - 08h00

Em 11 dias, os reservatórios que compõem o Sistema Produtor Alto Tietê (Spat) receberam quase 90% das chuvas esperadas para todo o mês. A expectativa da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) era que chovesse 172,4 milímetros na área das represas. Até ontem, choveu 153,8 mm. No mesmo dia do ano passado, a bacia do Alto Tietê havia recebido a metade do volume estimado pela concessionária. Segundo os dados da Sabesp, disponíveis no site da companhia, o Spat opera com 41,8% de volume armazenado, 21,6% a mais que no mesmo período, em 2015. Se por um lado as chuvas de verão trazem diversos danos à população da região, por outro elas ajudam a elevar o nível das represas e trazem um novo cenário que afastam a crise hídrica do Alto Tietê.

Nesta semana, conforme divulgado pelo DS, o Spat deixou de abastecer cerca de 400 mil habitantes da Grande São Paulo. Desde 2014, o Alto Tietê abastecia 4,5 milhões de habitantes em decorrência do atendimento as regiões da Mooca, Vila Maria, Penha e Cangaíba. Com a recuperação do Sistema Cantareira, a região passou a atender 4,1 milhões de pessoas.

Ainda de acordo com a Sabesp, "com as boas chuvas registradas nos últimos meses, o volume somado dos sistemas de abastecimento de água da Grande São Paulo ultrapassou o nível do início da crise hídrica, mesmo sem contar com as reservas técnicas".

Para se ter uma ideia, na segunda-feira, o índice integral dos sistemas era de 39,95%, contra 6,23% em 7 de março de 2015 e 33,14% no mesmo dia de 2014. "Ou seja, sem contar as reservas técnicas, as represas têm hoje mais de 746 bilhões de litros, contra cerca de 116 bilhões há um ano e 619 bilhões há dois anos, quando começaram a ser sentidos os efeitos da maior seca dos últimos 85 anos".

RESERVATÓRIOS

Até ontem o Cantareira, que teve o pior cenário desde o início da crise hídrica, operava com 60,6% e 46,9% nos dois primeiros volumes e 31,3% no terceiro - o considerado volume morto -, o Guarapiranga trabalhava com 87,8% e o Alto Cotia com 104,1%. Já o Rio Grande e Claro estão com 96,0% e 99,4%, respectivamente.

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