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Nível das represas do Alto Tietê é o pior dos últimos 15 anos

Dados excluem os anos de 2014 e 2015 na crise hídrica

Por Daniel Marques - de Suzano21 OUT 2021 - 08h00
Represas têm 38,38% de armazenamentoFoto: Regiane Bento/DS
O nível do Sistema Alto Tietê de represas é o pior dos últimos 15 anos, desconsiderando os anos de 2014 e 2015, quando a crise hídrica derrubou os índices para números alarmantes e o governo do Estado utilizou o “volume morto” do sistema.
 
Os dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mostram que, com 38,38%, registrados na segunda-feira (18), o volume operacional das barragens que atendem à região sequer consegue superar o da mesma data em 2016 – ano em que a crise hídrica existia, mas foi amenizada -. Em 18 de outubro daquele ano, o sistema da região registrou 39,78%.
 
Desde 2006 (exceção feita aos anos de 2014 e 2015), o Sistema Alto Tietê de represas sempre teve volumes de água maiores do que o apresentado no dia 18 de outubro deste ano. O de 2012 ficou próximo (39,15%), mas ainda maior.
 
Dados atualizados nesta quarta-feira (20) mostram ainda que o sistema da região opera com o segundo pior índice de toda a Região Metropolitana de São Paulo (38,8%), atrás apenas do Sistema Cantareira, que trabalha com 28,2% da capacidade total.
 
Jundiaí é a represa com o pior índice registrado nesta quarta: 16,93% de operação. Depois vem a barragem de Paraitinga, com 20,09%. Biritiba é a terceira pior (25,83%), seguida por Taiaçupeba, que opera atualmente com 42,20% da capacidade. O reservatório Ponte Nova, com 46,37%, é o que possui a maior quantidade de água atualmente.
 
Sobre as chuvas, elas seguem abaixo da média histórica para o mês de outubro no Alto Tietê. De acordo com o portal da Sabesp, a pluviometria entre os dias 1° e 20 de outubro foi de 72 milímetros (ou seja, 72 litros por metro quadrado em 20 dias). A média histórica para o mês todo é de 110,3 milímetros.

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