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Jornal Diário de Suzano - 16/08/2022
SESC AGOSTO 2022

Orçadas em R$ 160 milhões, 25 obras estão paralisadas ou atrasadas no Alto Tietê

Biritiba Mirim lidera o ranking e Suzano possui duas obras paralisadas, segundo o Tribunal de Contas do Estado

Por Thiago Caetano - de Suzano05 AGO 2022 - 05h00
TCE fez novo levantamento sobre o número de obras paralisadasFoto: Divulgação/TCESP
Um novo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) aponta 25 obras paralisadas ou atrasadas no Alto Tietê.
 
O número abrange obras no âmbito estadual e municipal. Os dados são do primeiro trimestre de 2022. Biritiba Mirim lidera o ranking e Suzano possui duas obras paralisadas, segundo o TCE. O valor de todas elas ultrapassa os R$ 160 milhões. Três cidades não apareceram na lista: Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Santa Isabel. 
 
O ranking do TCE aponta que Biritiba Mirim conta com nove obras paralisadas ou atrasadas. Entre elas duas em âmbitos estaduais: obras de aproveitamento das águas da bacia do Rio Itapanhaú para Abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que está em atrasada, e a implantação de dispositivo de acesso e retorno no km 76,45 da Rodovia Mogi-Salesópolis (SP-88), atualmente paralisada.
 
As demais construções encontram-se paralisadas e correspondem ao âmbito municipal: pavimentação e drenagem da Estrada do Nirvana – Trecho 2; construção de creche no Jardim dos Eucaliptos; pavimentação e drenagem da Avenida Brasil; acessibilidade na Avenida Maria Siqueira no Jardim Nova Biritiba; quadra poliesportiva na Emef Maria Tereza; e pavimentação das ruas 25 de março e 7 de abril. No total, o montante é de R$ 97.760.540,64.
 
Em seguida, aparece Salesópolis. No total, são sete obras municipais atrasadas: calçamento e construção de espaço multiuso, com vestiário e cobertura da quadra; reformas nas praças do Totozinho, do Peão, do Soldado e da Creche, englobando o calçamento de ruas no Centro; reforma do Centro Esportivo e Recreativo Expedicionário Benedito da Fonseca; revitalização de calçadas e sinalização; construção de uma ponte de concreto no Bairro dos Buenos; revitalização da Praça da Igreja Matriz; calçamento da Avenida Professor Adhemar Bolina, que inclui troca de luminárias por lâmpadas de LED, paisagismo no canteiro central da Rua Prefeito Antonio Camargo Primo e gradil artístico na Avenida Osaka. O valor total é de R$ 3.578.794,32.
 
Poá aparece na lista com três obras municipais paralisadas: construção de um viaduto paralelo ao Tancredo Neves; construção do Centro Educacional Poaense (CEP) Santa Luzia; e a obra de construção da Unidade de Pronto Atendimento (Upa) do Calmon Viana. A soma do valor inicial do contrato é de R$ 25.612.810,23.
 
Na sequência aparece Ferraz de Vasconcelos com duas obras municipais, sendo uma atrasada e outra paralisada: reforma e ampliação do prédio para instalação da Câmara Municipal de Ferraz (atrasada); e a construção do Centro de Convenções (paralisada). Ambas somam R$ 6.543.310,75.
 
Suzano vem em seguida, com duas obras municipais paralisadas: infraestrutura viária e regularização fundiária Badra Jaguari e infraestrutura viária Badra Planalto. As duas somam R$ 31.962.071,02.
 
A obra do estacionamento da Câmara Municipal de Arujá segue atrasada, segundo o TCE. É a única obra do município presente na lista. O valor é R$ 795.435,06. Em Guararema, há uma obra do âmbito estadual paralisada, referente ao abastecimento de água, que inclui: construção de base de concreto armado e instalação de reservatórios de água potável no município, no âmbito da Unidade de Negócio do Vale do Paraíba. O valor é R$ 54.500,00. 

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