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Para Ashiuchi, é preciso preservar saúde de estudantes e professores

Prefeito de Suzano disse que ainda não tem data para retorno das aulas presenciais apesar de o Estado marcar para dia 8 de setembro

Por Daniel Marques - de Suzano31 JUL 2020 - 22h45
Prefeito Ashiuchi fez vistoria técnica ontem. Terá 14 tipos de serviços para atender a populaçãoFoto: Regiane Bento/Divulgação
O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PL) disse que as aulas nas escolas e creches municipais só voltarão quando o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus da cidade autorizar, independente do prazo estipulado pelo governo do Estado para retorno. O Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) vê o retorno prematuro (veja matéria na página 3). A declaração foi dada durante visita técnica à unidade II do Centro Unificado de Serviços (Centrus), na manhã de ontem. Segundo o chefe do Executivo suzanense, a medida será adotada para preservar a saúde dos envolvidos neste retorno: alunos, funcionários, professores e diretores. 
 
“Vamos estudar com muito cuidado (o retorno às aulas). Veremos os resultados do Estado, mas a gente só vai voltar se meu comitê municipal falar que pode, que é seguro e que a norma vai dar certo. Temos cuidado com nossos funcionários, crianças, professores e diretores, então Suzano vai fazer com ‘pés no chão’ a volta às aulas também”, afirmou o prefeito. “Ainda não temos uma data para voltar. Há estudos sendo feitos todos os dias, para que a educação volte de forma muito segura com nosso bem maior, que são as crianças”, completou Ashiuchi.
 
Decisão do Estado
 
No fim de junho, o governador João Doria (PSDB) anunciou a retomada das aulas presenciais em todos os níveis de ensino das redes pública e privada a partir de 8 de setembro em todo o Estado.
 
No retorno, alunos e professores terão que seguir os protocolos sanitários que já vêm sendo adotados desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Além disso, as salas terão ocupação máxima de 35% no primeiro momento e os alunos terão que revezar durante a semana. Além disso, a volta às aulas na rede estadual e particular só acontecerá se todas as regiões de São Paulo permanecerem por, pelo menos, 28 dias consecutivos na fase amarela do Plano São Paulo de flexibilização.

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