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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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SOUZA ARAUJO

Perdas em leitos não deve impactar significativamente, diz sindicato

19 MAI 2016 - 08h00

O Sindicato da Saúde (SindSaúde) de Mogi das Cruzes e região prevê que a perda de 50 leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) não deve impactar potencialmente no atendimento de pacientes. O órgão regional avalia que se os leitos forem bem administrados suprirão a demanda de cada região. Em maio do ano passado, o Alto Tietê tinha 1.528, sendo que no mesmo período deste ano, o número caiu para 1.478, uma diminuição de 3,27%.

Segundo a diretora regional do SindSaúde, Kátia Aparecida dos Santos, os leitos existentes deverão ser aperfeiçoados, já que a perda não pode impactar no método de atendimento dos profissionais e a demanda de pacientes. "Se os leitos forem bem administrados não vai prejudicar potencialmente. É claro que devem aumentar porque há uma grande procura", disse.

Ela contou ainda sobre a deficiência assistencial do SUS, mas, ressaltou que há métodos em melhorá-lo quando houver comprometimento do governo estadual. Kátia também disse sobre a falta de profissionais e funcionários específicos. "Temos várias deficiências, porém falta uma atenção do governo estadual e indiretamente municipal. Enfim, os hospitais estão precários pela falta de pessoas capacitadas para o trabalho".

Ainda segundo a diretora regional, outro problema que vem acontecendo nas unidades hospitalares é a falta de materiais. E ausência de consultas em diversas especialidades. "Responsabilidade de ambos (Estado e município). Tem uma demora muito grande para marcar consultas, falta medicamentos, materiais, dentre outros problemas", frisou.

PROFISSIONAIS

Kátia reforçou não poder divulgar o atual déficit de profissionais nos hospitais da região. Isto porque, segundo ela, administradores das unidades não revelam os números. "Eles nos apresentam um número menor. Assim não posso te falar especificamente. Entretanto, os que estão na ativa têm grande índice de licença médica e férias".

Ela destacou ainda a necessidade de haver mais concursos públicos para suprir a falta destes profissionais. "Gostaríamos que abrissem concurso público, ou dessem mais oportunidades. Talvez assim, o número de profissionais adoentados ou de trabalhadores que se desdobram seria menor", destacou

CONVÊNIO PARTICULAR

O DS ainda abordou sobre os altos custos de convênios médicos particulares. Para Kátia, os valores não condizem com a atual situação econômica do brasileiro. "O próprio particular acaba recorrendo ao SUS, quando o atendimento é de média e alta complexidade. Uma diferença é que pode ser mais rápido no atendimento", disse.

"Parece que eles (governo estadual) não têm interesse de que o SUS seja eficiente. Se ele fosse seguido da mesma forma quando foi criado, o sistema seria o melhor do mundo", finalizou Kátia

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