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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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PM recebe 70 mil trotes no 1º semestre deste ano na região

11 SET 2016 - 08h00

Apesar de ter sofrido queda de 2,78% no primeiro semestre deste ano, o índice de trotes feitos para o 190, da Polícia Militar (PM), ainda é alto nas cidades da região. Para se ter uma ideia, neste ano, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom - Alto Tietê) recebeu 70 mil ligações falsas. No mesmo período do último ano, a unidade registrou 72 mil ligações falsas. Por dia, a PM do Alto Tietê recebe, em média, cinco mil ligações.

De acordo com o Copom, os finais de semana são os dias de maior movimento nas linhas da corporação, sendo os períodos de maior atividade registrados entre as 18 e 03 horas. "No 1º semestre de 2015, o Copom recebeu mais de 72 mil trotes e no mesmo período deste ano mais de 70 mil. O trote é um crime passível de multa e prisão. Pode ser enquadrado no artigo 266 ou 340 do Código Penal, bem como aplicada a Lei Estadual 14.738 de 16 de abril de 2012, que estabelece a multa de aproximadamente R$ 1.582,79", detalha.

Os trotes representam, na grande maioria dos dias, 13% das chamadas feitas a Polícia Militar. O Copom revela que mais da metade dos trotes são feitos por adultos e depois por crianças em horário de saída das escolas, ou seja, por volta das 12 e 18 horas. "Em algumas ocasiões, porém mais raras, a criança tem acesso ao telefone residencial e telefona para a Polícia Militar para brincar ou conversar. Nestes casos os responsáveis são chamados e orientados a aumentar a supervisão sobre os filhos", destaca.

Entre a maior parte das ligações mentirosas estão denúncias de roubos fictícios, furtos, perturbação de sossego público, desinteligência, averiguações e acidentes. Além disso, também são computados falsos pedidos de socorro e palavras de baixo calão. O Centro de Operações pontua que os policiais militares atuantes no serviço de atendimento 190 são profissionais experientes que já exerceram a atividade operacional nas ruas.

O fator, ainda segundo a unidade, é responsável pela habilidade dos agentes em conseguir identificar quando um trote tenta ser aplicado. Para isso, os policiais fazem cruzamento de informações como, por exemplo, o número do telefone que está ligando, endereço a que se destina a chamada, entre outras informações.

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