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Jornal Diário de Suzano - 25/10/2020
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Ponte de madeira corre risco de cair e Prefeitura promete fazer avaliação

19 JUN 2016 - 08h01

O risco iminente de acidentes tem preocupado os moradores da comunidade Três Paus, no Parque Cerejeiras, em Suzano. A causa é a única ponte que usam para ter o acesso mais rápido à Estrada do Caulim (Rua Avelino Marino Pena), já que se forem pelo trecho convencional caminhariam ou iriam dirigir por cerca de dois quilômetros. A ponte é feita de madeira, mas o estado da ligação é considerado péssimo. Isto porque está bamba, o corrimão solto, com buracos, além de estar quase entortando a ponto de quebrar. A Secretaria de Serviços e Manutenção informou que avalia maneiras para atender a população e programar a execução da manutenção na mesma.

As chuvas torrenciais dos últimos meses prejudicaram ainda mais a situação em que a ponte estava. A população afirmou que o trecho é usado por crianças e idosos, o que agrava ainda mais a preocupação de todos de um possível acidente. Segundo a dona de casa, Adriana Rodrigues da Silva, a ponte esta à beira de cair. E para agravar a situação, há aqueles que passam pelo local de motocicleta, danificando ainda mais a estrutura. "Tem algumas pessoas que se arriscam passando de moto. E agravam ainda mais o estado dessa ponte. Não pensam nas pessoas que não tem nenhum automóvel".

Ela contou que a Defesa Civil já havia feito uma vistoria no local, no ano passado. À época, a informação dada foi que o órgão solicitou que a Secretaria de Serviços e Manutenção realizasse a implantação de uma nova estrutura, já que a de madeira encontrava-se em péssimas condições. "Eles vieram, olharam, falaram, mas depois não voltaram mais", lamentou.

Já a aposentada Maria Aparecida Ferreira ressaltou que o risco de que a ponte caia nos próximos meses é considerável, uma vez que há possibilidades de que as chuvas possam levar a estrutura de uma vez só. "Daqui a pouco começa a chover. Já estamos em junho, além do que vemos que há chances de mais chuvas neste mês. Sempre fica aquela insegurança".

Ao DS, a moradora da comunidade, Adriana Silva dos Santos, contou que a população do local estuda fazer um abaixo-assinado para obter o serviço de manutenção o quanto antes. "O pessoal está falando de ir no domingo (hoje). Como não abre estamos nos organizando melhor para pegar o maior número de assinaturas. Assim não dá para ficar", disse.

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