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Jornal Diário de Suzano - 27/10/2020
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Pré-candidatos dizem que campanhas não devem atingir limite de gastos

22 JUL 2016 - 08h00

Os pré-candidatos à Prefeitura afirmam que as campanhas eleitorais, que terão início no próximo mês, serão simples e de baixo custo. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na última quarta-feira que o teto máximo de gastos nas eleições por candidato em Suzano deverá ser de R$ 1,8 milhão. Cindo dos oitos concorrentes na disputa eleitoral deste ano disseram que o valor é superior à intenção de gastos previstos.

O município é o com maior teto de gastos por candidato da região do Alto Tietê. O TSE também divulgou que Suzano pode ter segundo turno, já que tem 211.653 eleitores aptos a votar. No caso de ele ser realizado, também haverá um valor máximo para gastar na campanha. O gasto deverá ser de até R$ 551.926,11, como divulgado pelo DS na edição de ontem.

O pré-candidato Israel Lacerda (PTB) divulgou que o valor máximo previsto pelo TSE é suficiente para uma boa campanha. "Sempre apostei nas redes sociais como um meio importante para divulgação e ao mesmo tempo trata-se de um canal barato para levar o nosso trabalho até a população. Além disso, as redes sociais e a diminuição do período eleitoral contribuíram para que a campanha fosse mais limpa, com menos papel e poluição visual. Nossa campanha será realizada com os pés no chão e de maneira simples", divulgou.

De acordo com o pré-candidato Januário Purgato (PMN), o Narim, a campanha realizada por ele e seu partido não terá muito recurso. "Não há necessidade de gastar esse valor em campanha, ainda mais nessa situação em que o gasto tem que ser relativo ao que se ganha.Na minha opinião, a campanha tem que ser o mais simples possível. É só colocar o nome na praça e divulgar as propostas. O Brasil está em crise", explicou.

O mesmo contou o pré-candidato José Dias (PTC). "Não vou gastar tudo isso. Vou fazer campanha humilde, com apoio de aliados que não me pedirão nada em troca. Gastar a gente gasta, não tem como fazer campanha com gasto zero. Mas vou gastar o que tenho, mas que não vai chegar nesse teto nunca", explicou o candidato. Ainda de acordo com ele, o dinheiro de campanha será gasto em gasolina e materiais escritos, como folders.

Rodrigo Ashiuchi (PR) também firmou que sua campanha eleitoral também será simples. "Para nós, o valor é o suficiente. Nossa campanha é casa a casa, porta a porta. Muita saliva e proposta. Nossa campanha é dada em proposta e não em poder econômico. Sempre muito esforço. A campanha barateou muito, devido a várias coisas que não podem mais. O custo é bem baixo", explicou.

Segundo Said Raful (PSD), o teto divulgado pelo TSE é alto. "Dá pra fazer uma ótima campanha, até mais. A forma de captação de recurso, não pode mais ser feita por empresas, então nenhuma campanha vai ter condição de chegar próximo a esse valor. Essa eleição vai ser mais simples, mas pé no chão, mas candidatos trabalhando, andando na rua, pequenas reuniões, porta a porta, do que em propaganda em si", falou. Said afirmou também que recurso deve aplicado em panfletos, santinhos e adesivos.

O DS entrou em contato com com os outros pré-candidatos, mas não conseguiu até o fechamento da reportagem.

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