Envie seu vídeo(11) 97569-1373
sexta 25 de setembro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 25/09/2020
PMMC COVID SAÚDE
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO
Pmmc Sarampo

Prefeitos iniciam 2016 e vão administrar R$ 4 bi em ano eleitoral

03 JAN 2016 - 07h00

Em meio à crise econômica, os prefeitos da região começam o ano com um orçamento de mais de R$ 4 bilhões para administrar. Além dos desafios que envolvem melhorias na saúde e na infraestrutura das cidades, por exemplo, os chefes do Executivo da região vão enfrentar a maratona da campanha eleitoral. Somente três municípios têm prefeitos no cargo que foram reeleitos em 2012: Abel Larini (PR), de Arujá; Carlos Alberto Taino Junior (PSDB), o Inho, de Biritiba Mirim; e, Marco Bertaiolli (PSD), de Mogi das Cruzes.

A cidade mogiana tem o maior orçamento do Alto Tietê, com R$ 1,499 bilhão; seguida de Itaquaquecetuba, com R$ 699,38 milhões, e Suzano, onde o prefeito Paulo Tokuzumi (PSDB) terá um orçamento de R$ 692 milhões para administrar. O menor orçamento é de Santa Isabel, com R$ 142,5 milhões. As peças orçamentárias de Biritiba Mirim, Guararema e Salesópolis não foram disponibilizadas.

Em Arujá, o prefeito vive uma situação inusitada. A Lei Orçamentária Anual (LOA) foi rejeitada pela Câmara, por oito votos a sete. A votação contrária ao orçamento aconteceu por conta de uma articulação da oposição. Com a decisão, todas as despesas, realizadas pela Prefeitura, que não estão previstas no orçamento precisarão de autorização do Executivo.

DESAFIOS

A crise vivida por todos os municípios do País também é um desafio para os prefeitos neste último ano de mandato. Além da queda de repasses de recursos, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), e corte das verbas para projetos em parceria com os governos federal e estadual, os prefeitos enfrentam uma grave crise na saúde. O problema piorou no último mês com o anúncio do fechamento da maternidade do Hospital Ipiranga e a restrição de atendimento na Santa Casa de Mogi das Cruzes, por conta da superlotação. Outras cidades enfrentam problemas parecidos, como Suzano, que teve o fechamento de dois hospitais - Campos Salles e São Sebastião -, além da unidade 2 da Santa Casa. Recentemente, a situação na cidade melhorou com a abertura do Hospital Santa Maria.

Melhorias na área de infraestrutura, transporte e coleta de lixo também são desafios para este ano. Com o contingenciamento de verbas, algumas obras previstas pelas prefeituras tiveram de ser adiadas.

ELEIÇÃO

No segundo semestre deste ano, sete prefeitos da região também podem buscar a reeleição. Em 2012, dos dez chefes do Executivo, cinco haviam sido reeleitos. Porém, ao longo dos anos, dois deles deixaram o cargo. É o caso de Márcio Alvino (PR), que renunciou ao ser eleito deputado federal. Em seu lugar assumiu Adriano de Toledo (PSDB). Outra cidade que teve troca na administração foi Poá. Francisco Pereira de Souza (SDD), o Testinha, foi afastado após ser cassado pela Câmara da cidade. Seu vice, Marcos Borges (PPS), assumiu a função em 2014.

Em Ferraz, o vice-prefeito da cidade, José Izidro Neto (PMDB) também ocupa o cargo máximo do Executivo interinamente, após Acir Filló (PSDB) - que estava no primeiro mandato - ser afastado pela Justiça. Entre os prefeitos que foram eleitos pela primeira vez em 2012 e que podem buscar a reeleição na região também estão: Mamoru Nakashima (PSDB), de Itaquá; Benedito Rafael (PR), de Salesópolis; Padre Gabriel Bina (PV), de Santa Isabel; além do prefeito de Suzano, Paulo Tokuzumi (PSDB).

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias