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Jornal Diário de Suzano - 21/02/2020
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PROCURAM-SE ORELHÕES

DS percorreu ruas na região central para tentar encontrar aparelho que é raro na cidade

Por de Suzano18 JAN 2020 - 21h00
Orelhões praticamente estão desaparecendo em SuzanoFoto: Sabrina Silva/DS
É preciso andar muito pelas ruas centrais de Suzano para encontrar um orelhões. Foi o que fez o DS esta semana. Percorreu ruas centrais, como General Francisco Glicério, Benjamin Constante e outras da região central para tentar encontrar o aparelho que já foi fundamental para a comunicação dos suzanenses.
 
Segundo a Vivo, em 2019, uma pessoa utilizou os aparelhos a cada quatro dias.
 
A empresa informou que a distribuição de telefones públicos (TUPs) segue a determinação legal (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - MCTIC) e regulatória (Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL). Com as novas tecnologias de comunicação, em especial o massivo uso serviço móvel e a crescente demanda por uso de dados e expansão da rede 4G, a utilização dos orelhões está em acentuado declínio. No período de janeiro a novembro de 2019, os telefones de uso público do Estado de São Paulo tiveram, em média, utilização de 1 crédito a cada 4 dias, sendo que mais da metade não teve utilização alguma. Dessa parte da base ainda utilizada, quando comparamos os 11 primeiros meses de 2019 com o mesmo período de 2018, este uso caiu mais 50%.
 
Em relação as manutenções dos orelhões, a empresa possui sistema remoto que detecta defeitos nos aparelhos, além de realizar vistorias periódicas e presenciais dos orelhões para garantir o pleno funcionamento dos aparelhos à população. 
 
Mensalmente, cerca de 25% dos telefones públicos do Estado de São Paulo sofrem algum tipo de vandalismo. Para solicitar reparos, o usuário pode entrar em contato com a Central de Atendimento 103 15 (ligação gratuita) que funciona 24 horas nos sete dias da semana, através do nosso site www.vivo.com.br, além dos canais oficiais no Facebook e Twitter.
 
Em 2017, o DS trouxe reportagem mostrando que em meio ao uso dos celulares, os orelhões ainda "sobreviviam" a era da instantaneidade. Segundo dados divulgados pela empresa de telefonia Vivo, na época, a região do Alto Tietê contava com 6,3 mil orelhões, sendo 419 em Arujá, 166 em Biritiba Mirim, 577 em Ferraz de Vasconcelos, 252 em Guararema, 1.233 em Itaquaquecetuba, 1.747 em Mogi das cruzes, 430 em Poá, 93 em Salesópolis, 308 em Santa Isabel. 
 
Em Suzano, existiam aproximadamente 1.163 orelhões espalhados pela cidade. Em sua maioria, eles permanecem sem danos físicos. Alguns estão mudos e outros funcionam normalmente. Esse número, em 2020, reduziu drasticamente.

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