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Jornal Diário de Suzano - 19/09/2020
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Projeto de combate à violência doméstica é lançado em Suzano

18 AGO 2016 - 08h00

O projeto "Homens e Mulheres de Mãos Dadas" foi lançado, na manhã de ontem, no auditório do Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi. O objetivo do programa é incentivar o combate contra violência doméstica à mulher. Representantes de 12 órgãos realizarão a ação por meio de medidas protetivas e trabalhos psicológicos com as vítimas. Entre as entidades que a compõe estão: Patrulha Maria da Penha, Polícia Militar (PM), Comissão da Mulher Advogada, Ministério Público (MP) e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.

O evento, que também celebrou o aniversário de 10 anos da Lei Maria da Penha, contou com a presença de aproximadamente 70 pessoas. Dentre elas a juíza titular da 1ª Vara Criminal da Infância e Mulher de Suzano, Érica Marcelina Cruz, a promotora de Justiça, Fernanda Aliperti Coelho Prado, e a delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Silmara Marcelino.

Para dar início ao projeto, o juiz de Santo André, André Luiz Rodrigo do Prado, ministrou uma palestra com o tema "Pontos Polêmicos da Lei Maria da Penha". Durante a explicação, ele contou histórias que já viveu profissionalmente sobre a violência doméstica à mulher. Além disso, falou quais medidas as pessoas devem ter diante dos casos. "Uma palestra bem jurídica, a qual espero que todos os participantes tenham consciência da lei. Já vivi diversos casos com a Lei nesse tempo de existência dela, por isso aceitei o convite de vir palestrar e contar minha experiência e tocar a população para que divulguem cada vez mais essa ação", explicou.

Fernanda ressaltou a iniciativa. "Tenho certeza que a palestra trouxe muitos elementos para que as pessoas possam evoluir contra a violência doméstica. Sabemos que a lei é muito pouco. Por conta disso, queremos que seja aplicada e não fique em vão. Esse projeto será o primeiro de muitos".

De acordo Érica, o combate contra violência doméstica tem de ser mais efetivo. "Faremos esse projeto para que a efetividade da ação aumente a cada dia. Já conquistamos muitas coisas e ainda temos novos desafios. Um deles é trabalhar com o agressor, porque se conseguirmos, o número de mulheres que sofrem com essa causa vai diminuir. Porém, isso é mais para o futuro, agora vamos focar no serviço psicológico das mulheres e tomar as medidas protetivas".

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