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Jornal Diário de Suzano - 25/04/2019
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Projeto para obrigar pais a participar da reunião escolar dos filhos é retirado

Ashiuchi utilizou nesta sexta-feira (12) as redes sociais para esclarecer a proposta. Disse que não haverá multas

Por Edgar Leite - de Suzano13 ABR 2019 - 00h04
Ashiuchi pediu a retirada do projeto que prevê obrigatoriedade aos paisFoto: Bruna Nascimento/DS
O prefeito Rodrigo Ashiuchi (PR) anunciou nesta sexta-feira (12), pelas redes sociais, a retirada do projeto de lei que obrigava pais ou responsáveis de alunos do Ensino Infantil, Fundamental e Médio a comparecerem, a cada bimestre, nas reuniões escolares. 
 
O projeto, encaminhado à Câmara e que o DS teve acesso, estabelece que a partir de duas faltas consecutivas seria aplicada uma multa aos pais no valor de 50 unidades fiscais municipais, o equivalente a R$ 173,50.
 
A decisão foi tomada, pelo prefeito, após reunião com o Ministério Público.
 
No Facebook, o prefeito fez esclarecimento: “Tive uma reunião com o Ministério Público para apresentar nossa atuação no setor da Educação e definimos uma audiência com os pais e responsáveis, bem como profissionais da educação, com objetivo de definir as estratégias e metas para as escolas da cidade”, disse.
 
Ashiuchi acrescentou: “Vale ressaltar que ontem (quinta-feira) mesmo pedi a retirada do projeto de lei que visa a obrigatoriedade dos pais nas reuniões escolares”, afirmou.
 
O prefeito garantiu ainda que não haverá multa prevista no projeto. “Até porque esse não é o nosso objetivo. Nossa ideia é que os pais e responsáveis tenham mais participação nas reuniões e na escola. Só com essa união que poderemos oferecer mais suporte e estabilidade às nossas crianças”, esclareceu.
 
Raul Brasil
 
No dia 14 de março, o prefeito anunciou pacote de ações de segurança que está propondo e já conversou com os governos estadual e federal, para implementar na cidade.
 
O anúncio aconteceu um dia após o massacre na Escola Estadual Raul Brasil, que terminou com dez mortes, no dia 13 de março.
 
O projeto "piloto", que prevê a atuação de policiais militares da reserva nos setores administrativo das escolas estaduais, teria início pela escola Raul Brasil.
 
"A educação não é só do município, do Estado ou da federação. É da cidade. Temos de estar unidos para tirar uma ação e um ensinamento de tudo isso que aconteceu", afirmou o prefeito na ocasião.
Segundo ele, os policiais da reserva ajudariam na parte administrativa, não pedagógica. Esses PMs receberiam um ajuda financeira, ainda a ser definida.

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