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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Quatro em cada 5 prédios entre Glicério e Benjamin estão pichados

14 AGO 2016 - 08h00

Quatro em cada cinco prédios de duas das principais ruas do quadrilátero central de Suzano, Benjamin Constant e General Francisco Glicério, estão pichados. Entre os estabelecimentos alvos dos pichadores estão igrejas, lojas e prédios comerciais. Ao circular por ambas as vias é fácil notar que mais de 95% dos imóveis estão ou já foram vandalizados.

Em alguns trechos, o vandalismo se torna mais explicito, no final da Rua Benjamin, próximo a antiga entrada provisória da Estação Suzano, por exemplo, praticamente todos os prédios do quarteirão estão rabiscados. O trecho que também chama atenção pelo número de lojas fechadas (nove) se tornou ainda mais degradado. A sensação ao andar pelo local é de abandono.

Quem anda em direção a Delegacia de Polícia Central vê um cenário semelhante, no meio do caminho, até o Centro Cultural Francisco Carlos Moriconi foi pichado. Um pouco mais afastado do quadrilátero central o cenário tem pouca melhora, sendo a altura do número 1597 o melhor trecho, sem vandalismos.

Em contrapartida, na Glicério, não existem trechos sem pichações. Os rabiscos seguem desde a altura do número 1900 até o final da rua, perto da Estação Suzano. Nesta via, há muros de escolas e igrejas pichados, além de comércios e somente fachadas muito elaboradas conseguiram se manter limpas.

ALVOS

De acordo com o relatório do Projeto Antipichação (leia mais na matéria acima), os pichadores já marcaram os alvos que serão pichados agora no segundo semestre. Entre eles estão o novo prédio da Câmara, Posto Fiscal, sede da Guarda Civil Municipal (GCM) e Grupo de Resgate e Atendimento às Urgências (Grau) do Corpo de Bombeiros, além de quatro agências bancárias e 313 estabelecimentos comerciais. Conforme já divulgado pelo DS, os prédios novos sempre estão na mira dos pichadores.

Ainda segundo o levantamento, o número de pichações teve ligeiro aumento no primeiro semestre deste ano em comparação ao segundo semestre de 2015. Sendo registrados de julho a dezembro do ano passado 68 novos rabiscos e 71 apenas no primeiro semestre deste ano (veja detalhes no quadro).

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