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Sindicato defende prioridade de vacina para profissionais da saúde

Em 30 de setembro, Estado assinou um contrato com laboratório chinês Sinovac

Por Lucas Lima - de Suzano22 OUT 2020 - 22h30
Sindicato defende prioridade de vacina para profissionais da saúdeFoto: Divulgação/Secop Suzano
A diretora regional do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde de Mogi e Região (Sindsaúde), Kátia Aparecida dos Santos, defende a prioridade dos profissionais da saúde para a vacinação contra o novo coronavírus (Covid-19). No entanto, ela reclama da demora para a produção da vacina e diz que 46 milhões de doses, previsto pelo Estado, é insuficiente para atender a toda população.
 
Em 30 de setembro, o governador João Doria (PSDB) assinou um contrato com o laboratório chinês Sinovac para o recebimento de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida pela empresa em parceria com o Instituto Butantan. Na época, o governador governador disse que a vacinação de profissionais de saúde deve ter início em 15 de dezembro. 
 
Para o SindSaúde, a vacina era para ter sido antecipada. Kátia afirma que ainda não existe um certo entendimento sobre o vírus, o que obriga que as doses sejam fornecidas o quanto antes. “Não é só a opinião do sindicato, mas de toda população para que a vacina seja antecipada. O vírus continua nas ruas, invisível, e não temos um determinado entendimento dele. A vacina deve ser produzida o mais rápido possível. Estamos todos na torcida”, frisa.
 
Em relação a vacinação de profissionais de saúde, a diretora regional do SindSaúde ressaltou que é primordial que todos sejam os primeiros da lista para receber a imunização. “É o mínimo que podiam fazer. Reconhecimento. Não temos valorização em parte nenhuma. Louvável que pelo menos essa vacina venha primeiro para os profissionais que estão na linha de frente. Assim, estarão imunes e preparados para cuidar daqueles que tiverem necessidade. Gostaríamos que fosse em massa, mas todos funcionários da saúde da linha de frente precisam ter prioridade”, explica.
 
Além disso, Kátia afirmou que o número de doses será insuficiente para atender a toda população. “Depois de vacinar os profissionais de saúde, terão que fazer igual outras campanhas, selecionar grupos. Primeiro grupo de risco, entre outros. Infelizmente”, completa.
 
Segundo o SindSaúde, até o último levantamento, feito durante o pico da pandemia, 18 profissionais da saúde da região morreram de Covid-19. Entre eles médicos, enfermeiros e da área de administração.

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