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Jornal Diário de Suzano - 07/03/2021
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Correios

Sindicato defende testes de 500 funcionários para manter agências

Diretor de base do Sintect no Alto Tietê pediu também uma melhor distribuição de materiais essenciais de prevenção ao vírus

Por Thiago Caetano - de Suzano23 FEV 2021 - 22h55
Agências dos Correios continuam funcionando, mas o sindicato quer testagem de funcionáriosFoto: Isabela Oliveira/DS
O Sindicato dos Trabalhadores das Empresas de Correios e Telégrafos (Sintect) voltou ontem a pedir mais segurança dos profissionais que atuam nas agências da região. O DS vem acompanhando a reivindicação da entidade desde o início da pandemia.
 
O Sintect quer também a realização de testes para os cerca de 500 trabalhadores dos Correios.
 
Ontem, o sindicato também apontou a perda de benefícios da categoria.
 
Mesmo após a greve da categoria, em agosto de 2020, as reivindicações não foram atendidas.
 
Das 76 cláusulas, 26 retiradas, segundo o sindicato.
 
Os trabalhadores entraram em greve após corte de benefícios como tíquetes de alimentação e refeição, adicional de risco e ajuda de custo benefício para profissionais com filhos deficientes. 
 
O diretor de base do Sintect no Alto Tietê, Milton de Jesus Miguel, pediu também uma melhor distribuição de materiais essenciais de prevenção ao vírus. “Infelizmente não fomos atendidos. Fizemos uma greve forte, mas foram retirados direitos. A distribuição de máscara e álcool em gel também está precária. Estamos bem enfraquecidos em todos os sentidos”, conta Milton. 
 
O diretor relata que na ocasião foi pedido para nenhum benefício fosse retirado. Ele também afirma que, desde então, há dificuldade de dialogar com as empresas, somente através de uma liminar, sempre derrubada em um prazo de dois dias. A perda dos tíquetes prejudicou trabalhadores afastados por questões de saúde e pais de deficientes físicos e mentais.
 
No momento, o sindicato luta para incluir a categoria no grupo prioritário da vacina. A justificativa é que muitos trabalhadores da categoria têm sido infectados pelo vírus. Contudo, ainda não obteve a resposta. Miguel afirma que nas agências há pelo menos dois infectados ou com suspeita da doença. “Não paramos na pandemia. Tem muito trabalhador pegando a doença”, concluiu. 
 
Os Correios informaram que as alegações do sindicato não procedem. Segundo a empresa, desde março de 2020, estão sendo adotados os protocolos preventivos para segurança de todos, como sanitização de ambientes e afastamento de empregados em grupo de risco.
 
A estatal está acompanhando a situação de saúde do efetivo, prestando o apoio necessário, e também atuando para garantir o bom funcionamento das atividades operacionais. Além das medidas já citadas, os protocolos de saúde adotados pela estatal preveem a reorganização, nos centros operacionais, das estações de trabalho para manter o distanciamento recomendado e reorganização das filas na agências. 

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