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Saúde

Suzanenses dividem opiniões sobre a vacina Coronavac

Testes anunciados confirmam que a vacina é segura, mas ainda é preciso provar que ela funciona contra a covid-19

Por Matheus Cruz - de Suzano21 OUT 2020 - 16h20
Suzanenses dividem opiniões sobre a vacina CoronavacFoto: Divulgação
Moradores de Suzano ainda apresentam opiniões divididas a respeito da Coronavac. A vacina é fruto de parceria entre o Instituto Butantã e a empresa chinesa Sinovac, e está sendo cotada como a mais confiável em testes realizados. Os testes anunciados confirmam que a vacina é segura, mas ainda é preciso provar que ela funciona contra a covid-19. 
 
A dona de casa Silvia dos Santos, 54, acredita no sucesso das testagens e confia que o resultado será benéfico para todos. “Algumas pessoas falam que não tomariam porque vem da China, mas se a China está envolvida é para promover o bem. Em um primeiro momento a gente fica com muitas dúvidas mesmo, mas se está sendo testada e estudada por pessoas entendidas eu confio”, comenta Silvia. 
 
A expectativa do Instituto Butantã é ter os resultados dos últimos testes até o final deste ano, embora outros especialistas digam ser improvável cumprir essa meta. A comprovação de eficácia será importante para obter o registro da vacina junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dar início à vacinação. “Pelo que tenho acompanhado, acho que a vacina deverá ser disponibilizada pela metade do ano que vem”, complementa a dona de casa.
 
A aposentada Marli de Oliveira, 78, também acompanha com entusiasmo as notícias que envolvem a Coronavac. “Eu tenho muito medo de injeção, mas para salvar a minha vida eu tomaria sem pensar duas vezes. Eles vão testar todas as situações antes de liberar. Não acho que ela vai me deixar doente se eu tomar, talvez não faça efeito, mas me trazer algum mal, não”, informa a aposentada.
 
As dúvidas também se referem aos métodos da vacinação. O Governo ainda não consegue prever se será possível a vacinação em massa ou apenas de setores específicos no primeiro momento. A comerciante Isabele Aparecida, 58, representa parte da população que possuem estas dúvidas. 
 
“Se ela for gratuita eu posso pensar, tenho dúvidas sobre a distribuição da vacina, acho que não será para todos” opina a comerciante.
 
Parte dos entrevistados pelo DS não confiam nos estudos para promover a vacina. O Governo do Estado de São Paulo também não definiu ainda sobre a obrigatoriedade ou não da vacina. Em declaração pública dada na última segunda-feira (19) o Presidente Jair Bolsonaro sinalizou que não é a favor da obrigatoriedade. 
 
A dona de casa Lucia da Silva, 50, está entre os que ainda não possuem segurança o suficiente e não tomaria a vacina “Eu não tomaria, tenho muitas dúvidas, estou conseguindo cumprir bem a quarentena e estou saindo apenas em casos realmente importantes, como para fazer exames, prefiro me cuidar sozinha até que tudo isso passe”, informa a dona de casa.

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