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Suzano descarta contaminação no Cemitério do Raffo

Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do município, foi detectada a presença de manganês na água subterrânea

Por de Suzano15 MAI 2021 - 18h00
Após estudos, Suzano descartou a contaminação de solo do Cemitério São João BatistaFoto: Regiane Bento/DS
Após uma análise, a Prefeitura de Suzano descartou a contaminação de solo do Cemitério São João Batista, conhecido como Cemitério do Raffo. Os estudos foram finalizados em dezembro de 2019. 
 
Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do município, foi detectada a presença de manganês na água subterrânea. No entanto, a pasta afirmou que uma análise técnica da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) apontou que a substância pode ser considerada natural.
 
A pasta conclui que a Cetesb propôs “a restrição do uso de água subterrânea do aquífero freático na área”. Como não existem substâncias de grande impacto e sem necessidade de um monitoramento anual, o processo foi arquivado, segundo a pasta.
 
Em outubro de 2017, foram realizadas mais de 80 sepulturas em uma área suspeita de contaminação. Na ocasião, a Cetesb informou que poderia haver ocorrência por necrochorume, por conta das instalações do cemitério consideradas antigas e que não previam os sistemas de proteção ambiental adotados atualmente. 
 
Quem vive próximo ao cemitério se preocupa com a contaminação. Porém, até o momento não houve nenhuma ocorrência relacionada a contaminação, como é o caso de Ana Rosa. “Até o momento não vi ninguém reclamando disso. Moro aqui há muito tempo e nunca tive problemas com isso e também não conheço ninguém que tenha tido”, disse. 
 
Wesley Lima garante não haver contaminação. Ele também garantiu que a água não está sendo utilizada. “A água está limpa e o solo também. Não tem contaminação, pelo que eu sei da análise feita por eles. Além disso, ninguém está utilizando essa água”, conta. 
 
Antonio Oliveira Silva, morador do Jardim Nova América, pede atenção mesmo sem a existência substâncias prejudiciais ao meio ambiente. No entanto, é outra coisa que incomoda o aposentado. “É bom estarem atentos com isso. Mas o que incomoda mesmo é este muro. Não tem proteção nenhuma aqui”, finalizou.

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