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Jornal Diário de Suzano - 16/06/2021
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Suzano faz 16 notificações e anuncia força-tarefa para fiscalizar calçadas

Em pontos, tanto na Glicério quanto na Benjamin Constant, apresentam falhas

Por Thiago Caetano - de Suzano16 MAI 2021 - 10h30
Calçadas apresentam falhas e, por isso, a Prefeitura realizará fiscalizaçãoFoto: Regiane Bento/DS
A Prefeitura de Suzano, através do Departamento de Fiscalização de Posturas, programa uma força-tarefa para fiscalizar calçadas danificadas no Centro de Suzano. A força-tarefa deverá ocorrer ainda neste mês. Ainda segundo o órgão, 16 proprietários de imóveis foram notificados, neste ano, por conta de danos em calçadas nas ruas General Francisco Glicério, Benjamin Constant e também nas vias transversais. 
 
Segundo a Lei Federal 6.766/79 (Lei de Parcelamento), a responsabilidade da manutenção da calçada cabe ao proprietário do imóvel correspondente.
 
O DS percorreu as principais ruas da região central de Suzano. 
 
Em alguns pontos, tanto na Glicério quanto na Benjamin Constant, apresentam falhas. 
 
No entanto, a maioria delas, sem grandes proporções. 
 
Proprietário de uma lanchonete ao lado da Praça João Pessoa, em Suzano, Uesller Demétrius não vê problemas com relação ao calçamento do Centro. Na sua visão, o problema maior está nos bairros. “Falando especificamente do Centro eu não tenho o que reclamar. Essa parte até que é bonita. Nos bairros, a situação é mais problemática”, disse o proprietário, que mora no bairro Chácaras São Judas Tadeu, no Distrito de Palmeiras. 
 
Em contrapartida, a vendedora de uma loja de instrumentos musicais, Caroline Viana, vê necessidade de reparos em alguns pontos. “Por aqui está tudo bem, mas em outros precisa melhorar. Tem idoso que tropeça toda hora”, conta.
 
Caroline fala que boa parte dos danos é referente a obras. “Sempre fazem alguma coisa. Deixam o buraco e o comerciante que precisa fazer, se não leva multa”, afirmou. 
 
Para o vendedor Adelmo Leite não é diferente. Ele também não acha justo o comerciante ser notificado pelos danos. “Tem lugar que as condições são péssimas. Às vezes, fazem obras na calçada, faz buraco e não arrumam. O lojista acaba responsabilizado”, finalizou.

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