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Suzano garante sobrevivência de mais de 600 espécies em SP

Trabalho de manejo e conservação ambiental é realizado há mais de 30 anos

Por de Suzano17 JUL 2020 - 21h40
Suzano iniciou o processo de restauração de aproximadamente 1,3 mil hectaresFoto: Regiane Bento/Divulgação
A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, mantém diferentes frentes de atuação para a proteção da biodiversidade nos mais de 130 mil hectares de áreas destinadas a conservação no interior paulista. A área preservada abrange hoje dois dos biomas mais ricos do mundo e, contraditoriamente, mais ameaçados: a Mata Atlântica e o Cerrado.
 
De acordo com Yugo Matsuda, gerente de meio ambiente Florestal da Suzano, as práticas de manejo sustentável e conservação ambiental foram adotadas pela empresa desde o início de suas operações, o que contribuiu para que as áreas se tornassem morada segura para mais de 600 espécies de animais silvestres, muitas delas ameaçadas de extinção. 
 
Até o momento, o sistema de monitoramento da fauna regional, uma das frentes de atuação da empresa, registrou 68 espécies de mamíferos e 555 diferentes tipos de aves em 49 municípios de atuação da empresa no Estado.
 
Com o objetivo de preservar dois biomas tão importantes, a Suzano promove ações como a de recuperação de áreas nativas. Nos últimos dez anos, a empresa realizou a restauração ecológica de mais de 30 mil hectares em todo o Brasil de áreas de preservação e há mais áreas em processo de restauração.
 
A empresa é signatária do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, iniciativa que tem como meta restaurar 15 milhões de hectares no país até o ano de 2050. 
 
No ano passado, a Suzano iniciou o processo de restauração de aproximadamente 1,3 mil hectares somente na Unidade Florestal do Interior de São Paulo. Além disso, está em fase de análise os dados levantados entre os anos de 2018 e 2019 pela tecnologia Lidar, sigla inglesa de Light Detection and Ranging, que basicamente “escaneia” a superfície e gera modelo tridimensionais das áreas, para o desenvolvimento de um novo plano de ação.
 
“A metodologia de restauração utilizada varia de acordo com a área. Mas, resumindo, o foco é minimizar os fatores de degradação ambiental e aumentar a cobertura vegetal nativa e a diversidade de espécies. Vale ressaltar que, mesmo depois da consolidação desta área, as atividades de proteção se perpetuam, com ações como prevenção e combate a incêndios, manutenção e monitoramento da diversidade e integridade natural da nova floresta”, explica Yugo.
 
O gerente também explica que a empresa promove um serviço ecossistêmico de captura de gases do efeito estufa. “Ações como essa sustentam nossa meta de longo prazo de captura de carbono da atmosférica contribuindo para a redução dos efeitos negativos das mudanças climáticas”, contextualiza Yugo.
 
Fauna 
 
Ainda visando a preservação da biodiversidade na região, a Suzano tem projeto de parceria com a Associação Pró-Muriqui, para conservação do Muriqui-do-sul, em Pindamonhangaba. 
 
O primata (Brachyteles arachnoides), maior em tamanho corporal das Américas, é encontrado somente na Mata Atlântica e está classificado pela IUCN (União Internacional da Conservação da Natureza) como criticamente em perigo de extinção, podendo desaparecer da natureza em até 50 anos.
 
“A área onde o projeto se encontra é tão importante que foi consolidada como uma prioridade global para a IUCN, sendo também uma das cinco áreas prioritárias nacionais e uma das três prioridades estaduais para o monitoramento populacional e pesquisa desta carismática espécie de primata”, completa Yugo.

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