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Jornal Diário de Suzano - 24/09/2020
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Suzano realiza 7,8 mil testes de Covid-19 e renova estoques

Prioridade na realização do teste é para pacientes que tenham sintomas da doença e profissionais da Saúde

Por Carolina Rocha - de Suzano16 SET 2020 - 23h05
Secretaria de Suzano realizou 7,8 mil testes de Covid-19Foto: Divulgação
A Secretaria Municipal de Saúde de Suzano já realizou 7,8 mil testes de Covid-19 desde o início da pandemia. De acordo com a pasta, o estoque de testes na cidade é o suficiente para atender a demanda de exames e novos casos. Contudo, a quantidade de testes em estoque não foi divulgada.
 
Ainda segundo a Secretaria, a prioridade da realização de testes continua para pacientes que apresentam sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e profissionais da rede de saúde e segurança, conforme determina o Ministério da Saúde. No entanto, a proporção desses testes é definida de acordo com a capacidade de coleta de cada município.
 
Ainda segundo o Ministério, são priorizados na testagem pessoas do grupo de risco, como idosos, cardiopatas, renais crônicos, imunodeprimidos (ou seja, pessoas com mecanismos normais de defesa contra infecções comprometidos), pessoas com doenças respiratórias, diabéticos e gestantes de alto risco. 
 
Em seguida, a prioridade é para os chamados grupos de interesse para a saúde pública, composto por crianças menores de dois anos, indígenas, gestantes e puérperas; instituições de longa permanência para idosos e a população provada de liberdade também são grupos prioritários.
 
Rede privada
 
Na rede privada, a procura pelos testes de Covid-19 caiu. Conforme apurou o DS em clínicas médicas de Suzano com profissionais e responsáveis pelos ambulatórios, a queda na procura pelos testes acompanha a diminuição gradativa no número de casos e de mortes na cidade.
 
Em uma das clínicas que a reportagem entrou em contato, o teste para Covid-19 já não era mais disponibilizado. Em abril, essa mesma clínica cobrava R$180 pelo teste rápido, com resultado de até 30 minutos.
 
O teste rápido é feito a partir de uma amostra de sangue que procura os anticorpos produzidos pelo organismo: o IgM e o IgG. O primeiro é considerado um marcador para a fase mais aguda da doença e pode ser detectado entre 5 e 7 dias após a infecção. Já o segundo, é o que permanece circulando pelo organismo após o contágio, ou seja, determina que o paciente já foi infectado pelo novo coronavírus.

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