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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Suzano registra 573 processos trabalhistas em 2 meses, diz TRT

20 MAR 2016 - 08h00

Nos dois primeiros meses deste ano, Suzano contabiliza 14,28% do total de processos trabalhistas se comparado a todo o ano passado. Ao todo, foram 7.874 processos nesses três últimos anos. Em 2015, foram registradas 4.012 ações. Já neste ano, até 29 de fevereiro, o número é de 573. Vale destacar que em 2014 foi o ano com o menor número de causas, com 3.289. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

De acordo com órgão, os assuntos mais frequentes são aviso prévio e férias proporcionais. Outros casos são de solicitações de horas extras não pagas, adicionais de horas noturnas e processos de assédio moral contra o trabalhador. De 2014 para 2015, houve um aumento de 21,98% dos casos.

O especialista na área Heber de Nello Nasareth disse que o número levantado pelo TRT é alto por ser início de ano. "É bem expressivo, pois em relação à crise muitas empresas não estão pagando os funcionários. Por conta disso, estão fazendo com que elas façam esses processos". Ainda segundo ele, o número deve crescer cada vez mais. "As empresas param de pagar os direitos do trabalhador perante a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e isso abre margem para que esses processos sejam abertos".

TRÂMITE

Na Justiça do Trabalho é permitido ajuizar uma ação sem a necessidade de um advogado. O trabalhador que deseja entrar com uma reclamação trabalhista deve procurar a Vara de Trabalho mais próxima com alguns documentos. Entre eles estão o Registro Geral (RG), Comprovante de Pessoa Física (CPF), carteira de trabalho e comprovantes da relação trabalhista.

No setor de reclamações verbais, os servidores transformam o material do trabalhador em uma petição e a ação é distribuída para uma vara. O processo segue o caminho de qualquer outro, mas a qualquer momento é possível nomear um defensor para atuar no caso.

O trabalhador também pode entrar com uma ação representada por um advogado, na qual será obrigatório, se ele precisar recorrer perante o TST, impetrar um Mandado de Segurança ou mesmo ajuizar uma cautelar.

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