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Jornal Diário de Suzano - 29/11/2020
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Suzano tem 6.286 inadimplentes. Número é 28% menor que em 2015

10 ABR 2016 - 08h00

Andando na contramão do País, o número de inadimplentes em Suzano caiu 28% nos primeiros dois meses deste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. Em 2015, a cidade registrou 8.775 novas pessoas com contas em dívidas no município.

Este ano, nesse mesmo período, o número caiu para 6.286 inadimplentes.

O dado foi divulgado pela Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Suzano e também aponta o crescimento na quantidade de munícipes que limparam o nome.

Somente em janeiro, 3.005 pessoas foram incluídas em listas de inadimplentes em Suzano. Em fevereiro o número subiu para 3.281 devedores. Comparando com o ano de 2015, o número de devedores também era maior nos dois consecutivos meses. Em janeiro eram 3.978 e em fevereiro 4.797 inadimplentes. Os dados são referentes a apenas os devedores no comércio do município.

Além disso, neste ano, 10.222 pessoas regularizam sua situação e quitaram suas dívidas saindo da lista de inadimplentes, em janeiro e fevereiro. O número apresenta um crescimento de 35,5% comparado ao ano passado, quando no mesmo período eram apenas 7.543 pessoas nessa situação.

De acordo com o presidente da ACE, Neder Romanos, esse quadro de melhora em Suzano tem uma soma de fatores. "Primeiro e o mais pesado é que a situação do País não favorece que o consumidor tenha confiança para sair e comprar. Com isso, eles diminuem e cortam os gastos", explicou.

Ainda de acordo com o presidente, a queda nos inadimplentes tem ligação com as vendas do comércio no município. "Caíram muito as vendas, então naturalmente cai o número de inadimplentes, é proporcional", comentou.

Na visão de Neder, a consciência na hora de comprar também tem influência. "A crise faz com que a pessoa deixe de gastar. Por mais que a economia volte a acelerar, essa margem boa deve continuar, porque as pessoas estão ficando mais conscientes em comprar", opinou.

Os cartões de crédito, de acordo com ele, são o meio mais comum para que os consumidores entrem na inadimplência.

"Mas as pessoas correm para limpar o nome para voltar a comprar. Hoje com a busca fácil da restrição ou bloqueio no nome, o interesse maior em ter o nome limpo é do próprio consumidor para comprar", pontuou.

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