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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Taxistas passam por fiscalização do Ipem

17 MAI 2016 - 08h01

Os taxistas passaram ontem pela verificação anual periódica do taxímetro, reajuste de tarifa e fiscalização dos documentos, realizados pelo Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP). A ação acontece até quinta-feira. Ontem, cerca de 30 taxistas aguardavam, no início da manhã, para serem atendidos e o órgão esperava atender 40 veículos até o fim do dia.

De acordo com o especialista do Ipem, Antônio Brinto Junior, que realizava a fiscalização, na Avenida Brasil, a ação faz parte do procedimento habitual para garantir que todos os táxis circulem dentro dos padrões previstos. "Avaliamos os documentos, andamos da pista para ver o taxímetro e depois fazemos a impressão do documento do Ipem, que tem validade de um ano". Brinto explicou ainda que os táxis que tiverem algum problema com o taxímetro antes de um ano, devem fazer nova verificação. Os taxistas tiveram que agendar a verificação anteriormente em oficinas credenciadas.

O órgão também reajustou o valor da tarifa do taxímetro. O valor das corridas terá um aumento de 11% em Suzano. O reajuste foi solicitado por causa da alta do combustível. O valor que teve o maior reajuste foi o da bandeirada, que vai passar a custar R$ 5. O valor anterior era de R$ 4,50.

A tarifa de horário comercial (bandeira 1) custava R$ 2,90 e vai custar R$ 3,20. Já a tarifa por quilômetro rodado em horas e dias especiais (bandeira 2) - domingos, feriados e no horário das 18 às 6 horas - mudou de R$ 3,50 para R$ 3,80. O que significa aumento de 8,57%.

"Eles fazem a fiscalização para garantir a veracidade do taxímetro. Todo ano tem que ser feito. É no taxímetro que é calculado o valo da corrida. É tudo um valor só. Se alguém tiver alteração para mais, aí já viu." Contou o taxista Guilherme Caetano, de 51 anos.

O taxista Antônio Jordão, de 61 anos, falou da demora do processo de fiscalização. "Já estou aguardando faz tempo e eles só viram dez carros ainda, com certeza vai demorar", explicou.

De acordo com Cirilo Rodrigues, de 58 anos, com o tempo de espera eles perdem faturamento. "Vamos gastar pelo menos três horas aqui. São pelo menos duas corridas", contou.

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