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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
SOUZA ARAUJO
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Pmmc Sarampo
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO
PMMC COVID SAÚDE

Temporal causa deslizamentos e alagamentos por toda a região, famílias contabilizam prejuízos

12 MAR 2016 - 08h01

As chuvas que caíram na noite de quinta-feira marcaram mais um dia de deslizamentos de terra, desmoronamentos de casas e alagamentos. Os estragos espalhados pelo Alto Tietê ainda são contabilizados pelas prefeituras. Entre as perdas estão famílias inteiras sem moradia e vias parcialmente interditadas. Tráfego intenso e risco de novos desastres preocupam a população.

Santa Isabel decretou situação de emergência. Em Poá, uma casa, na Rua Chavantes, altura do número 99, na Vila Perreli, foi atingida por um barranco, ninguém se feriu. (veja mais na página 6 deste caderno).

Em Ferraz duas casas foram afetadas após deslizamentos no Jardim TV. Outro caso na Vila Cristina, afetou uma casa. Durante a noite choveu 72 mm. Os bairros Vila Romanópolis, Corrêa, Santa Margarida, Jardim Tinoco, Bela Vista, Tanquinho, TV, Angelina, Flores, Fazenda Itajuíbe, São Fernando, São Lázaro, Centro e área do complexo poliesportivo municipal Gothard Kaesemodel Júnior, o Birutão (Vila Romanopolis) ficaram alagados. Além disso, a parede de um galpão na Vila Andeyara, caiu e atingiu o galpão vizinho. Para evitar novos desastres, a Defesa Civil tem monitorado a cidade constantemente.

Em Itaquaquecetuba, 11 bairros ficaram submersos: Jardim Caiuby, Fiorello, Louzada, Luciana, Maragogipe, Miray, Vila Japão, Maria Augusta, Sônia, Bartira e Bairro da Estação. Na Vila Japão e Jardim Viviane dois muros caíram.

Em Mogi das Cruzes, o trânsito da Rodovia Mogi-Guararema ficou lento na manhã de ontem. A chuva de quinta-feira foi considerada a maior deste ano.

FAMÍLIAS

Desmoronamento de casa e deslizamento de terra são alguns dos problemas que acometeram ontem a população do Marengo Baixo e Parque Residencial Marengo. Parte de uma casa cedeu e escombros ameaçavam cair em cima de outras residências. Mais de sete famílias estão impedidas de retornar para as casas, um barranco da altura de um prédio de seis andares pode deslizar e soterrar as construções.

Dentro das casas o cenário é ainda mais trágico. Ao abrir a janela do quarto das crianças, a dona de casa Maria Aparecida Silva revela a situação caótica da moradia. O morro ameaça entrar no ambiente. "Faz dias que dormimos na rua. A terra tem deslizado mesmo sem chuva e a cada nova chuva ficamos mais apreensivos". A autônoma Claudia Pereira completa que a Defesa Civil tem visitado as famílias. "Eles interditaram parcialmente as casas. Não temos para onde ir e por isso continuamos aqui". (P.Q.)

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