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Jornal Diário de Suzano - 25/09/2020
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Unidades da OAB e Diocese vão formar comitês para fiscalizar eleição

10 FEV 2016 - 07h01

As subseções da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Diocese de Mogi das Cruzes têm trabalhado para seguir as instruções do Conselho Federal da OAB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que indica a criação de comitês em todos os municípios brasileiros para fiscalizar, conscientizar e receber denúncias de cidadãos sobre irregularidades no financiamento de campanhas eleitorais para prefeito e vereador neste ano.

De acordo com o presidente da Ordem dos Advogados de Suzano, Wellington da Silva Santos, a unidade já possui duas comissões que tratam do tema. "Nós contamos com as comissões de cidadania e eleitoral, que participam de forma próxima neste processo. Também pretendemos instalar nos próximos meses um posto para coletar assinaturas dos munícipes, em decorrência de um projeto do Ministério Público (MP) que estipula 10 medidas contra a corrupção", explica.

Santos frisa que ainda não foi notificado pela Diocese para formar o grupo, mas aguarda posicionamento da seção paulista da OAB e pode compor uma terceira comissão.

Este também é o posicionamento do presidente da OAB de Mogi das Cruzes. Para Marcelo Inocêncio, caso seja feita a proposta, a unidade se posicionará favorável. "Hoje não contamos com comitês que tratam deste assunto. Estudamos ações para falar sobre a corrupção. Mas caso sejamos procurados, estaremos abertos a esta proposta. Além disso, não descartamos a possibilidade de criar na OAB mogiana uma comissão para fiscalizar o processo eleitoral", afirma.

Em Itaquaquecetuba serão criadas, no próximo mês, diversas comissões, entre elas será instituída uma seção eleitoral. De acordo com a auxiliar administrativa da unidade, Cebiloni Aguiar, o comitê está em fase de estudos pelos advogados da casa.

O vigário geral da Diocese de Mogi, Antonio Robson Gonçalves, completa que a unidade possui um grupo de reflexão da fé e política e a igreja olha para o campo político sempre com preocupação, com objetivo de informar e conscientizar os católicos sem tomar partido.

Segundo o bispo diocesano Dom Pedro Luiz Stringhini, esta não é a primeira vez que a CNBB se pronuncia diante de questões políticas e lembra que a igreja ajudou na elaboração de duas legislações importantes: a lei da ficha limpa e a lei contra compra e venda de votos. "Esta é uma ação importante e necessária. O mais importante é que a população conheça os candidatos e tenha consciência sobre o voto", conclui.

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