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Jornal Diário de Suzano - 10/12/2019
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Defesa

Vereador Lisandro diz que 2ª denúncia é ‘mais do mesmo’

advogado de Lisandro, Marco Tanoeiro, diz que para a nova Comissão Processante (CP), também não foi realizado sorteio, como exige a lei

Por Fernando Barreto - de Suzano29 NOV 2019 - 06h33
Lisandro falou ao lado do seu advogado Marco TanoeiroFoto: Regiane Bento/DS
O vereador Lisandro Frederico (PSD) afirmou, nesta quinta-feira (28), que a 2ª denúncia contra o seu mandato, “é mais do mesmo”, pois apresenta semelhanças com o primeiro processo apresentado. 
“A segunda denúncia não apresenta tantas diferenças (com a primeira). A advogada tenta provar que eu era presidente da ONG PAS no exercício do meu mandato, mas isso não procede, pois deixei a presidência em abril de 2016”, afirmou o vereador.
Questionado se teria como provar, o parlamentar disse que sim.
“Há um documento, com minha assinatura autenticada no cartório, onde assino a minha renúncia do cargo de presidente da ONG”, concluiu.
 
Na última quarta-feira (27), a advogada Ariana Anari Gil protocolou nova denúncia contra o vereador Lisandro Frederico. O advogado de Lisandro, Marco Tanoeiro, diz que para a nova Comissão Processante (CP), também não foi realizado sorteio, como exige a lei.
 
Rachadinha
Na 1ª denúncia contra Lisandro, as acusações baseavam-se em possível prática de ‘rachadinha’. Conforme conversas de Whatsapp, o vereador exigia uma quantia de R$ 700 de cada assessor, que seriam destinados à ONG PAS e custeio do gabinete. O vereador diz que nunca exigiu o valor.
 
“Alegam que eu gastava dinheiro com produtos de limpeza ou café para o gabinete. Mas não há motivos para isso, pois a própria Câmara se responsabiliza”, disse.
Sobre possíveis reformas no gabinete, o vereador diz que comprou novos móveis para o local e afirma ter como provar que usou dinheiro próprio.
 
Sobre os valores destinados à ONG PAS, Tanoeiro explica que a entidade não sobrevive com dinheiro público, mas com dinheiro privado, “o que torna normal ela receber doações”.
 
“Quando alguém doa um valor ou presta um serviço à ONG, essa ajuda gera um recibo, e todo ano a ONG publica esses comprovantes, explicando de onde veio cada valor utilizado”, contou Tanoeiro.
 
O advogado também diz que a partir do momento que o dinheiro público entra na conta corrente do assessor, o dinheiro passa a ser privado, e pode ser utilizado como o assessor preferir.
 
Sigilo
 
Ainda sobre o sigilo da denúncia que tramitava na Delegacia Seccional, Tanoeiro reafirma que nenhum cidadão poderia assessar sem senha. “O sigilo não é absoluto, mas só poderia ser acessado por um advogado. A pessoa que fez a denúncia não tem condições de acessa-lo”. Tanoeiro informa que primeiro vai aguardar o trâmite da 1ª denúncia. (F.B.)

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