Na primeira guerra americana um oficial mandou seus soldados cortarem algumas árvores para fazerem uma ponte.
Não havia homens suficientes, e o trabalho progredia muito lentamente.
Um homem de aparência imponente, que estava passando a cavalo, falou com o oficial responsável quando este dava ordens aos subordinados, mas ele mesmo não fazia nada:
"Você não tem homens suficientes para o trabalho, não é?" A resposta foi seca: "Não, senhor. Precisamos de ajuda". E o homem retrucou: " Por que você mesmo não põe mãos à obra?" "Eu, senhor? Por quê? Sou tenente", respondeu o oficial, aparentemente ofendido com a sugestão.
"Ah, é verdade" respondeu o outro calmamente e, descendo do cavalo, pôs-se a trabalhar com os homens até estar concluído o serviço. Depois, montou novamente e, enquanto saía, falou para o oficial: "Tenente, da próxima vez que tiver uma tarefa a cumprir e poucos homens para o serviço, avise ao comandante superior, e eu tornarei a vir". Este era o general Washington.
Certa vez em Suzano, indiquei a filha de uma conhecida para trabalhar em uma loja no centro da cidade. Depois de 4 meses a moça foi despedida, mas a mãe não quis me contar o motivo.
Na semana seguinte passei na loja para conversar com a proprietária, que me contou porque demitiu a colaboradora:
"Numa sexta feira, onde a loja tem mais movimento, a ajudante de limpeza faltou e pedi para a vendedora ajudar a limpar o banheiro da loja.
Fiquei surpresa quando ela disse que foi contratada para vender roupas e não para lavar privada".
Dei toda razão a dona da loja na demissão.