Todos os dias a televisão noticia fatos de violência e assassinatos.
É muita gente que morre.
O Rio de janeiro tem a maior taxa de mortes violentas.
No Brasil e em Suzano a mortalidade por causas naturais ou de violência ou por fatalidade sempre deixa os moradores inconformados. A toda hora nos esbarramos com famílias que perdem seus entes queridos. A esperança de um futuro melhor nos abre uma fissura na escuridão atual. Somente que este futuro, para não ser uma das tantas alienações sofridas na sociedade de hoje, precisa de políticas públicas que garantam mais segurança aos cidadãos. Sair de casa e ter medo de uma bala perdida, afeta de maneira patológica e neurótica a vida das pessoas.
O desafio seria viver sem ladrões, sem tiroteios, sem violência e assassinatos. No entanto não há cidade no mundo, que seja honrada pela ausência de crimes ou de fatos ruins que afetem a população. A total e mais perfeita convivência humana e social é uma utopia impossível aqui na Terra.
A história de toda a humanidade está encarnada na realidade do pecado, da desobediência, da ambição, da ganância, da corrupção, da má conduta do ser humano.
Para que a esperança de um futuro melhor seja verdadeira e não apenas uma ilusão ou imaginação é necessário que cada cidadão e os órgãos públicos atuem com responsabilidade, para afastar da sociedade os males que ameaçam a esperança de um mundo melhor. A tensão entre o bem e o mal afeta cada ser humano, cada um de nós.
Não somos capazes de dar conta em larga medida, de ações que enobreçam a nossa dignidade, a vida social e o futuro da humanidade. O mal, produz sempre efeitos negativos na vida das pessoas e das instituições, às vezes de maneira brutal e devastadora. São destruídos os valores fundamentais que poderiam tornar possível a vida humana, com educação, segurança e convívio social.
Muitos vivem devorados pela megalomania do poder, do ódio, da ganância, da aniquilação quase nazista do outro, principalmente dos pequenos, dos desfavorecidos e marginalizados. Parecem estar possuídos pelo nefasto espírito nazista.
São poucos os que se colocam a serviço da humanidade de forma desmedida, ou que encontrem a melhor forma para lidar com situações intoleráveis, críticas e complexas usando discernimento, sabedoria e bom senso.
O Brasil ou a Suzano que eu quero é que cada cidadão e todos os que governam o País, o Estado ou o Município vivam além de seus próprios desejos e interesses. Vivam para servir, respeitar e bem administrar o seu lar, o seu trabalho, o seu território, pequenos ou grandes que sejam. Todo cidadão gostaria do milagre de ver o Brasil e a própria cidade como referências em praticar políticas públicas que promovam o respeito, a justiça, a igualdade, a defesa da vida, a educação e a segurança de seus cidadãos.
O Carnaval, o futebol, as praias do Brasil, as belezas do Rio de Janeiro, em nada tornam melhor o País se não houver o esforço de lutar por um grande objetivo patriótico, realizando grandes feitos sociais e não apenas feitos futebolísticos ou carnavalescos.
Com certeza o maior feito é ter um governo federal, estadual e municipal que honre o mandato com justiça, seriedade e trabalhando com afinco e transparência.
O Brasil ou a Suzano que nós queremos não está apenas no grito televisionado de seus cidadãos, mas nas respostas que os governantes darão e que ainda não vimos e nem ouvimos pela televisão.