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Jornal Diário de Suzano - 25/09/2020
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A Escola que queremos!

09 SET 2016 - 08h00

carmineNovas criaturas continuarão vindo ao mundo, como flores desabrochando no mais belo jardim do lar. Elas sempre necessitarão de um lar, de uma família e de uma escola, que as acompanhem no desenvolvimento humano, cultural e social. Ninguém pode eliminar tais necessidades. Quanto mais passa o tempo, do momento que um recém-nascido vem ao mundo, mais aumenta o compromisso dos pais, primeiros educadores e dos professores e educadores, que estão a serviço das Escolas Estaduais, Municipais ou Particulares, para seguirem juntos com ele. A escola, a família, a sociedade, devem estar sempre ali adiante, para mostrar às crianças, aos adolescentes e aos jovens, a fala, o espírito e a cultura dos seres humanos. Com o avançar dos anos, encontram eco na mente e no coração dos mais novos membros da comunidade familiar e civil, todas as vibrações positivas e negativas, alegres e tristes, que já provamos e sabemos que existem no lar, na escola e na sociedade. Para evitar o perigo de uma personalidade deformada e distorcida, é necessário, que na família e na escola, haja uma educação de qualidade, desde os primeiros anos de vida.

Chega também, o tempo de as crianças irem para a escola, onde encontrarão novos olhares, novos amigos, novos sorrisos, novos caminhos, novos horizontes. No início, os alunos não sabem o que há de vir de belo, de trabalho a ser feito e de horas a rolar. A escola, traça um projeto didático pedagógico, voltado para a emancipação humana e para elevar a autoestima dos alunos, o espírito de solidariedade, o respeito às diferenças e o fortalecimento das relações interpessoais. No entanto, se eles prestarem apenas ouvidos para escutar o que é belo, útil e importante e não deixarem o coração sentir e experimentar a beleza das coisas ditas e ensinadas, antevejo o esquecimento do que ouviram, o fracasso do ensinamento e a memorização do conteúdo, mas não o seu entendimento.

Os conhecimentos e os saberes, deverão ser transmitidos, de forma a levar a uma atitude reflexiva e ligados à realidade de vida dos alunos. O aluno é sujeito da sua aprendizagem e não um ser ouvinte e mudo. Cabe aos professores, desenvolver um processo de conscientização social, moral e espiritual, de construção pedagógica diferenciada, vinculando o ensinamento ao ambiente de vida familiar, social e religiosa do educando, rompendo com a visão, do aluno objeto do ensino, alienado da sua realidade. Este é um ser pensante e atuante em seu meio. A escola deve favorecer uma política educacional que não negue o papel de cada aluno no processo de aprendizagem.

Ao propor ações que deem respostas às necessidades e aos anseios da comunidade escolar, define-se o perfil, o jeito e a marca do ensino oferecido aos alunos.

A escola é um pedaço e um pequeno espaço da grande "Casa Comum", como é chamada a Criação, pelo Papa Francisco. A escola deve permitir que os alunos se apaixonem por toda a Criação e pelo Criador e estimule nos alunos o interesse pelo estudo vertical voltado para o Criador e pelo estudo horizontal voltado para a criação, a ciência, a cultura e as criaturas. Pode-se-se chamar, educação moral ou religiosa, mas o importante é o respeito pela criação, a ser adquirido, não apenas por um processo educativo e ético, mas também religioso.

Toda a humanidade partilha a condição adâmica de ser, ao mesmo tempo, filho da Terra e filho do Céu, ser finito, aberto ao infinito, criatura unida ao Criador.

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