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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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A Igreja avança movida pela fé e amor ao povo

03 JUN 2016 - 08h00

carmineOlhando a história de Suzano, constatamos a marcha corajosa dos primeiros moradores que habitavam a aldeia do Baruel, onde índios, portugueses, descendentes do inglês Barwel e italianos viviam juntos e celebrando novas uniões matrimoniais. Nesta época, a Igrejinha de Nossa Sra. da Piedade no Baruel deu nova luz à vida da pequena aldeia e aos moradores que lá residiam.

Da mesma forma, foi a pequena Igreja de São Sebastião, construída perto da linha férrea, que deu vida nova às poucas famílias que residiam ao redor dela.

Os imigrantes Bianchi e Figueira foram os que viram a necessidade, o primeiro de reformar a capelinha no vilarejo do Baruel e o segundo de construir no Vilarejo da Concórdia, uma Igrejinha. Podemos dizer, que a marcha da exploração das expedições, tinham como objetivo predominante capturar índios e procurar por pedras e metais preciosos na região de Caagaçú às margens do Rio Taiaçupeba. Chegaram a conflitos violentos, mas foi contornada e controlada pelas duas Igrejinhas, a do Baruel e a de São Sebastião, onde a voz de Deus e a dos Padres clamava por paz, fraternidade, justiça e liberdade. As igrejas de Nossa Sra. da Piedade no Baruel e de São Sebastião no Centro, guardam imagens e memórias de sonhos e conquistas, de lágrimas e dor, de sacrifícios e feridas, de canções e preces, de afetos e carinhos, de festas e procissões, que o povo deixou guardadas no Livro do Tombo e também na história de Suzano.

O vilarejo em torno da Igreja de São Sebastião, cresceu com um novo e mais moderno templo religioso. O vilarejo do Baruel, ao contrário, parou de tocar os sinos do amanhecer, do meio dia e da tarde. Faz-se necessário, curar as feridas provocadas na Igrejinha do Baruel, para que ela possa manter viva a alma do povo. Alguns esforços estão sendo feito para realizar melhorias na estrutura e convidar o povo a participar às celebrações dominicais.

A Igreja Matriz, nunca se negou a manter viva, a tradição religiosa, com o direito e o dever do povo e dos Padres de cuidar dela, avançando sempre em frente, com passos firmes, olhos e braços abertos para o povo.

A Igreja do Baruel teve Padres que vieram de São Paulo, e não mediram esforços, para chegar até o local e encontrar o povo, para rezar e celebrar. A Matriz de São Sebastião, quando foi criada a paróquia, viu chegar da Holanda, dos Estados Unidos, da Irlanda, da Itália, padres e freiras que amaram a vida do povo e despertaram novo entusiasmo na prática da vida cristã. Ao povo em marcha uniram-se, a começar de 1992 os padres formados no seminário Diocesano de Mogi das Cruzes e a Igreja Matriz contou com o serviço generoso de Pe. Ademir, como pároco e de Pe. Carmine, como vigário. Após alguns anos, novos padres estiveram servindo como Vigários ao lado do Pároco.

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