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Jornal Diário de Suzano - 18/09/2020
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A morte física e a morte espiritual e política

30 OUT 2015 - 07h00

carmineNo dia 2 de novembro, numerosas pessoas visitarão os cemitérios, para adornar os túmulos com flores, acender as velas e chorar pela perda e pela saudade dos familiares falecidos. Seus restos mortais, encontram-se debaixo da terra, nas capelas, nos jazigos dos cemitérios ou em cinzas, aqueles que foram cremados.

Para os que não têm fé no Deus da vida, a morte é apenas um terminar a vida no ventre monstruoso da terra. Outros consideram trágico este momento, sobretudo os que vivem apenas pelo ganhos materiais. Para eles, de fato, a morte representa o fim e a perda de tudo.

A falta de fé, aumenta a sensação de desespero diante da morte, de repulsa instintiva, transformando-a em tabu, isto é, em algo proibido de se pensar e falar. Quase sempre, essas pessoas que apostam tudo nas realizações materiais, vivem com o medo da morte e do mistério que ela encerra. Porém, não há outra saída, a não ser estar com muita fé, à espera da vida após a morte e contando sobretudo com os ganhos espirituais. O ser humano, rico ou pobre, com o corpo saudável ou doente, um dia estará morto. Não podemos andar por aí, fingindo que não existe a morte ou fugir dela. Não podemos escapar deste velho inimigo, que ainda não acabou com sua sede de morte e de sangue inocente.

Mais pior do que a morte física, que consiste na separação do corpo e da pessoa do mundo terrestre, é a morte espiritual, a separação da criatura de seu Criador e o ficar longe dEle.

Quando estamos mortos espiritualmente, somos completamente incapazes de confiar em Deus e na sua Palavra. Jesus repetidamente, afirma que somos impotentes, sem Ele ( João 15-5) e que não podemos produzir frutos se estivermos separados da videira. Separados de Deus, somos incapazes de compreender, as maravilhas que Ele opera na nossa vida, aqui na terra e no céu.

A única maneira de escapar a essa morte espiritual, é ir a Jesus através da fé e nEle confiar sempre.

Falta agora falar da morte política. Se a morte, significa separação do corpo da alma, separação da criatura do seu Criador, podemos arriscar a dizer que existe também a separação do político, das promessas feitas ao eleitorado. Morrem as promessas, morre a justiça e morre também o político, quando sepulta o seu amor pelo povo e pela cidade. A corrupção, que leva o político a se atolar numa situação crítica, é a grande inimiga da sua permanência no cargo assumido. Se ele perde a chance de fazer a novidade com os votos recebidos, o povo não votará mais nele e no governo que o enganou. Se não podemos evitar a morte física, esforcemo-nos pelo menos para evitar a morte espiritual e política, mantendo com vida o nosso espírito, a vocação política e cultivando um futuro sempre melhor.

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