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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Chuva abundante

06 MAR 2016 - 08h00

SUELIO povo enfrentava a seca. Há muito não chovia em Israel. Elias tinha profetizado que uma chuva abundante estava se aproximando. Todavia, não havia sinal algum de chuva. A palavra profética não podia falhar, pois representava a Palavra de Deus. Elias mandou seu ajudante subir no ponto mais alto do Monte Carmelo e olhar para o lado do mar, a fim de constatar a aproximação da chuva. O rapaz voltou trazendo más notícias -     "não havia sinal de chuva". Elias não ficou desesperado. Ele conhecia o poder de Deus.

Sendo assim, pediu ao ajudante que retornasse ao topo do Monte e ficasse observando. O moço fez isso por sete vezes. O leitor pode imaginar o que passava pela cabeça de Elias a cada relatório negativo? O que acontece conosco quando as coisas demoram a acontecer? Será que continuamos crendo que aquilo que esperamos se tornará realidade, ou desistimos? Bem, tenho certeza de que Elias não era um homem tão diferente de nós. É provável que a cada relatório negativo ele clamasse pela misericórdia de Deus. Mas não deixou de crer. O sétimo relatório foi mais positivo. Uma pequena nuvem do tamanho da palma da mão de um homem começava a aparecer no céu. Era um pequeno sinal, mas para Elias foi a resposta. O rei foi avisado de que a chuva estava a caminho. Em pouco tempo, o céu escureceu e caiu grande chuva. (I Reis 18:20-46)

A fé quase sempre requer confiança em coisas que não podem ser vistas ou ouvidas. Precisamos agir pela fé mesmo não sabendo sempre para onde ou como Deus está nos conduzindo. A certeza de que Ele nos conduz nos dá forças para seguirmos em frente.     Uma febre deixou Helen Keller cega e surda logo após o seu nascimento. Ela estava presa num mundo escuro e silencioso. Em 1887, quando Helen Keller tinha 7 anos, Anne Sullivan, ela mesma parcialmente cega, se tornou professora de Helen. Anne tinha uma grande visão e fé. Ela acreditava que Helen tinha habilidades incomparáveis. Meses se passaram sem muito progresso, mas Anne continuava acreditando. Então, finalmente, Anne testemunhou os resultados da fé. Helen estava brincando na bomba d'água. Anne escreveu nas mãos de Helen em braile, w-a-t-e-r (água). A palavra se tornou real com a sensação da água fria sendo derramada sobre a mão da menina. Ela entendeu! Graças à fé de Anne, a vida escura e solitária de Helen se abriu para a luz da comunicação e aprendizado. Helen se formou com honras numa faculdade e prosseguiu na sua carreira de educadora, oradora e autora. A fé faz diferença. Você ainda vai viver os resultados de sua fé!

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