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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Combate ao tráfico

28 MAI 2016 - 08h00

O combate ao tráfico de drogas tem sido um dos grandes desafios no País. O reforço à fiscalização nas fronteiras para evitar a entrada de entorpecentes no Brasil e o amplo esforço para aumentar os agentes federais que cuidam do assunto são algumas das medidas em andamento para evitar o crescimento dos casos de tráfico.

Só para se ter uma ideia, a população carcerária no Brasil vem aumentando e o tráfico de drogas é um dos motivos para esse crescimento. Segundo projeções do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça (Depen/MJ), entre 2005 e 2013, o País triplicou o número de pessoas presas por tráfico de drogas, passando de 50 mil para 150 mil. A relação entre drogas e população carcerária foi tema de um debate feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Ontem, o DS divulgou dados sobre a situação do tráfico de drogas no Alto Tietê. Os casos aumentaram 11,24% na região nos quatro primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2015. De janeiro a abril, as dez cidades da região registraram 396 ocorrências de tráfico de entorpecentes. No ano passado, no primeiro quadrimestre, o Alto Tietê computou 356 casos. Os dados foram divulgados na quarta-feira, pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP).

De acordo com o balanço mensal da pasta estadual, o maior número de ocorrências por tráfico de drogas foi registrado em Mogi das Cruzes, 134. Nesta semana, o governo federal anunciou a criação de um Comitê Executivo de Coordenação e Controle de Fronteiras, que reunirá os ministérios da Defesa, Justiça e Cidadania, e Relações Exteriores, com apoio da Polícia Federal, Receita Federal, Abin e Forças Armadas.

A ideia é unificar o comando das operações já previstas, otimizando recursos e fazendo da inteligência um trunfo para surpreender criminosos que atuam nos cerca de 17 mil quilômetros de fronteiras secas. As marítimas e fluviais também receberão atenção.

São três tipos de problemas que temos: contrabando de armas, tráfico de drogas e de mercadorias. São R$ 30 bilhões (de contrabando) por ano, e perde-se pelo menos R$ 20 milhões em receita, sem mencionar que (as mercadorias) são feitas sem gerarem emprego no País, segundo estimativa das autoridades federais. É importante que exista o combate na tentativa de se evitarem outros tipos de crimes relacionados ao tráfico.

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