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Jornal Diário de Suzano - 13/12/2018
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Deixou de cantar na Terra e continua cantora no Céu!

10 JUL 2015 - 08h00

Wilma Bentivegna, era suzanense de coração e morava na cidade há 35 anos. Cantou muitas vezes em Suzano e em várias cidades do Brasil. Começou a carreira de cantora aos nove anos no programa, "Clube do Papai Noel" e foi a primeira cantora a se apresentar na extinta TV Tupi. Sua especialidade, eram versões de músicas estrangeiras de sucesso na época, tornando-se nacionalmente conhecida, ao gravar Hino ao Amor em 1959.

Aos 21 anos, já cativava o público e os telespectadores, que acompanhavam o programa televisivo da inesquecível apresentadora Hebe Camargo. Nos retratos de quando era jovem, ela brilha como uma silhueta perfeita, esbelta e graciosa, esbanjando encanto e beleza. Os seus lances musicais, abrilhantavam até há alguns anos, festas, comemorações e eventos sociais, familiares e religiosos.

Chegou aos 86 anos, quase voando nas asas do vento, passando a vida cantando, lutando, sofrendo e nos últimos tempos, respirando suavemente, ao assobiar a música Hino ao Amor.

Sempre foi elogiada, na Coluna Social que Gil Fuentes assina no Diário de Suzano. Ele se tornou fã, amigo e filho de arte da cantora.

O corpo de Wilma Bentivegna, foi velado na Câmara Municipal de Suzano, por ter prestado muitos serviços à cidade. Durante o velório, os visitantes podiam matar a saudade da querida cantora, ouvindo as músicas que cantou ao longo de sua carreira. Enquanto o corpo dormia o sono eterno, o telão mostrava toda a fascinante trajetória artística da estrela.

Gil Fuentes, que durante o velório procurava conter a sua emoção e comoção, postou no dia seguinte ao falecimento da cantora, na Coluna Social, sempre repleta de fotos e cores, amores e sabores, uma bela foto da cantora com ele ao seu lado. Não foi em vão o carinho de Gil para a querida Wilma, pois, o apoio que ele oferecia, deixava a cantora mais aliviada e segura.

Juntaram-se também no velório, a esposa do Gil, Sra. Vera e as filhas Mayara e Layne, os familiares e tantos outros admiradores .

Sei que a Wilma, por onde passou deixou o perfume doce e suave de sua ternura, bondade e simplicidade. Hoje a sua alma ergue-se para o alto, mística e espiritualmente pronta e preparada para cantar as melodias celestiais do Hino ao Amor, na Casa do Divino Pai Eterno.

Foi sepultada no Cemitério do Raffo, sem o alarde e a vaidade de o seu corpo ser guardado numa monumental estrutura sepulcral. Porém, sei que Gil Fuentes, o seu filho de coração, deixará em cima do túmulo, um pequeno broto de jasmim-ternura que nunca secará. A passagem da artista e cantora Wilma Bentivegna, revele a todos, os nobres sentimentos de uma mulher, que na voz trazia o som e a melodia, da mais perfeita doçura musical, que encantava os auditórios e a seus fãs.



Padre Carmine

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