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Jornal Diário de Suzano - 18/09/2020
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Inimigo comum

11 FEV 2016 - 07h00

lorena burger jurada do c de cronica-frrO bichinho é pequeno e o estrago que ele causa é grande, por esse motivo precisamos nos unir para que ele seja exterminado.

Temos que entender que ele é um sobrevivente e usa todos os meios para se procriar, não importando se o espaço com água é grande ou pequeno, se for limpa e tiver uma borda para ele se apoiar e botar, ali ele vai deixar uma quantidade de ovos suficiente para duplicar a sua população rapidamente.

O cuidado se estende inclusive àquelas plantas que seguram água de chuva como as bromélias e aos objetos que podem segurar água, por incrível que pareça até uma tampinha de garrafa plástica ou de vidro, sacolas plásticas, piscinas com água sem tratamento, serão uma excelente maternidade para esse mosquito infernal.

As caixas de água abertas nos telhados, as lajes após a chuva, as vasilhas que hoje servem para armazenar esse precioso líquido também se transformam em ótimos ninhos para novos Aedes aegypti que servirão de vetores para a dengue, a chikungunya e a zika, que estão causando grandes transtornos para as pessoas atingidas, sendo que a zika, segundo as pesquisas em andamento, causarão danos efetivos futuros, pois, é um dos causadores da microcefalia.

É lógico que todos esses cuidados não cabem só em nossas casas, devem se estender aos locais onde andamos, pois, muitas vezes vemos garrafas abandonadas e locais com água acumulada em nosso caminho e não custa nada esvaziar esses recipientes e virá-los de forma a não represarem mais água, tornando-o inócuo para a procriação, assim estaremos evitando que ele se procrie.

Ao poder público cabe verificar as lajes dos prédios públicos, dos pontos de ônibus, das praças que possuem espelhos d'água, até mesmo nos postes de sinalização abertos em seu interior, pois, o Aedes apesar de pequeno, sabe buscar maneiras de manter a preservação de sua reprodução garantida.

Quando encontramos as larvas em algum recipiente, devemos lavar com escova de forma a limpar mesmo essa vasilha, pois, os ovos podem resistir a longos períodos de dessecação (em torno de 450 dias), e se reabilitando quando em contato com a água.

As fêmeas conseguem botar 1500 ovos durante o pequeno período de sua vida e os bota em diversos criadouros que garantem a dispersão e a preservação da espécie, mantendo vivo o mosquito e os males que ele causa.

Cabe a cada um de nós buscarmos exterminar os focos, pois, esse mosquito não se dá ao trabalho de escolher a classe social ou o padrão de vida de quem ele vai picar e transmitir a doença e ele faz isso há muito tempo sempre com eficiência.

O momento é de preservar nossa saúde e a de todos e para isso vamos ter que declarar guerra ao Aedes aegypti, um pequeno mosquito que parece inofensivo, mas causa imensos problemas.

Vamos todos colaborar, afinal é a nossa saúde e a de nossos filhos que está em risco.

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