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Jornal Diário de Suzano - 29/11/2020
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Insegurança

09 SET 2015 - 08h00

lorena-burger-jurada-do-c-de-cronica-frrRotina hoje é conversar com as pessoas e invariavelmente ouvir alguma reclamação pela falta de segurança.

Quase todos já se assemelham nas agressões sofridas pela falta de segurança. A maioria já foi de alguma forma usurpada em seus bens, seja dinheiro, celular, joia, veículo ou a invasão de sua residência... Todos tem uma história para contar.

Trabalhamos e nos esforçamos para adquirir bens e manter com conforto nossa família. Nosso empenho nos faz conquistar itens que tornam nossa vida mais fácil e cômoda.

Entretanto, olhos malévolos nos espiam e basta um segundo de distração para que nosso celular seja subtraído, o mesmo acontece com a bolsa, a carteira...

Que nos apontem uma arma e nos coloquem fora do nosso veículo e saiam rindo de nosso aspecto assustado. E, ainda agradecemos a Deus quando nos deixam vivos e até mesmo quando não nos levam, pois, aí nunca saberemos do que serão capazes de fazer para nos tirar o máximo possível...

Deixamos nosso veículo adquirido após muito trabalho e planejamento, estacionado ali na via, será por breves minutos e de certa forma nos sentimos seguros, afinal ele tem alarme, está corretamente fechado.

Saímos, cumprimos a obrigação e voltamos... Ficamos com caras de idiota imaginando que devemos ter esquecido o local onde estacionamos... Vamos e voltamos pela rua até nos conscientizarmos que ele foi levado, apesar de todo o aparato de segurança instalado.

O bandido saiu com o carro e nos deixou a pé... Ninguém viu ninguém ouviu...

Na delegacia o fato é tão corriqueiro que nem nos dão muita atenção, não se abalam com nossa situação.

Pessoas somem, morrem de acidente, morrem de tiro, sofrem lesões, mas parece que nada mais abala o ser humano.

Estamos nos acostumando com a vida violenta que nos cerca... O atirador que mata em frente às câmeras não causa comoção. Aqueles que degolam escondidos sob as tocas ninjas, escoltados pela pseudo religião, parece fazer parte da natureza do ser humano. Arrastar animais atrelados a veículos é uma maneira de diversão perversa...

O ser humano parece impassível diante de tanta agressividade. Não importa o país, a cidade, a cultura. A violência está se tornando rotineira...

Aqui na nossa região ela faz parte de nosso cotidiano...

Todos nós hoje temos uma situação de agressividade para relatar. Todos nós temos uma história familiar de perda de um ente querido por assassinato.

A perda de um bem seja por furto ou roubo...

E assim, por estar se tornando rotina aparentemente estamos aceitando como se tudo fosse normal.

Mas não é! E temos que nos indignar, temos que nos unir e lutar para que o errado não seja considerado certo...

Conviver com a insegurança não é normal!

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