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Jornal Diário de Suzano - 24/11/2017
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Maio - mês amarelo

02 JUN 2015 - 08h00

Maio é o mês em que inúmeras atividades educativas na área de trânsito acontecem.

Estamos num país onde cumprir normas parece nos tornar babacas, então o mais fácil é tentar quebrar as regras, desobedecer às leis, tumultuar e na área de trânsito isso é mais comum ainda...

Iniciamos pelos pedestres, afinal, somos todos pedestres, iniciamos nossa vida aprendendo a caminhar, e dar os primeiros passos com segurança é a preocupação primordial de todas as mães.

Entretanto, verificamos que muitas mães que tanto se preocuparam em ensinar seus filhos pequenos, não tem essa mesma preocupação quando se trata de atravessar a rua, não procura ensinar que existem locais seguros e especiais para a travessia da via, as faixas de pedestres e os locais com sinalização semafórica.

É certo que o pedestre deve ser respeitado e tem prioridade quando está atravessando a via, mas, é certo também que abusam desse respeito obrigatório e atravessam em qualquer lugar, sem se preocupar com o fato de o semáforo estar liberado para os veículos, esgueiram-se por entre os carros, colocando muitas vezes a vida em risco - a deles e a de condutores que são obrigados a frear ou fazer manobras bruscas na tentativa de evitar acidentes.

Costumam atravessar a via na diagonal, aumentando o tempo de percurso e atrapalhando ainda mais o trafego já conturbado das cidades.

Motociclistas são mais irresponsáveis no trânsito, principalmente aqueles que utilizam a motocicleta como ferramenta de trabalho e são obrigados a cumprir prazos exíguos para a entrega de encomendas... Enfiam-se em espaços mínimos na tentativa de chegar o mais próximo do farol e poder chegar mais rápido ao destino, nessas operações arranham os carros, quebram retrovisores, tornam-se mal educados, falam palavrões e ofendem os demais motoristas. Além disso, não se preocupam com a própria segurança, capacetes não são fechados, as viseiras são usadas levantadas e não protegem os olhos, esquecem que nesse tipo de veículo, num acidente o corpo não tem nada que os proteja e sofrem danos muitas vezes irreparáveis.

Muitas pessoas parecem se transformar quando assumem o volante do veículo, aparentemente sentem-se mais fortes, inatingíveis e dentro de seus carros fechados, com rádio ligado, não se atentam a nada que os rodeia, o mundo exterior deixa de existir, não respeitam pedestres, acumulam um número imenso de infrações que pagam sem reclamar e só percebem que essa atitude os prejudica, quando atingem a soma de vinte pontos e tem o direito de conduzir veículo automotor é suspenso e aí sim, sentem-se impotentes, não por conta das infrações, mas porque vão ficar sem poder usar a armadura que aparentemente os protege de tudo...

Neste mês de maio, quando se prioriza o ensino de trânsito nas escolas, nas ruas e muitas campanhas são veiculadas nos órgãos de comunicação, o que se espera é que todos tomem mais consciência e busquem melhorar suas atitudes seja como pedestre ou como motorista...



Lorena Burger

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