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Jornal Diário de Suzano - 02/12/2020
Sec de Governo - Educação Kit de Atividades - Dezembro
Sec de Governo - Educação Kit de Atividades 02 - Dezembro

O maior fracasso da vida é deixar de arriscar

01 DEZ 2015 - 07h00

Jorge LordelloAmigo leitor, responda sem pestanejar: você gosta de correr riscos? Se sua resposta foi negativa, é importante que continue esta leitura. Todos sabem que os jovens amam arriscar, o que, por vezes, deixa seus pais com "cabelo em pé". Essa "inconsequência", de acordo com a maioria, é debitada à falta de experiência de vida. Prefiro enxergar por outro ângulo. A tendência de crianças e adolescentes é acreditar que podem realizar seus sonhos e vontades. Jovens são impetuosos; focam energia no prazer de conquistar ou realizar alguma coisa, mesmo que as chances sejam mínimas. Com o passar do tempo, o mundo vai ofertando muitos "nãos" e surgem as primeiras derrotas e desilusões, que mal recebidas emocionalmente, podem gerar temor ao risco e dúvidas quanto a conquistas de sonhos; fatores que encaminham a pessoa direto para a chamada "zona de conforto". Encontrei texto com mensagem profunda, de autoria desconhecida, que gostaria de compartilhar com o amigo leitor: "Na vida temos que tomar muitas decisões. Algumas fáceis; algumas difíceis. A maior parte dos erros que cometemos não se devem a decisões erradas. A maior parte dos erros se devem a indecisões. Temos que viver com a consequência das nossas decisões. Tudo é arriscar. Rir é correr o risco de parecer um tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento. Expor os sentimentos é arriscar a expor-se a si mesmo. Expor suas ideias e sonhos é arriscar-se a perdê-los. Amar é correr o risco de não ser amado. Viver é correr o risco de morrer. Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de falhar. Os riscos precisam ser enfrentados, porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada. A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada. Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce ou vive. Presa à sua servidão, ela é uma escrava que teme a liberdade. Apenas quem arrisca é livre".

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