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Jornal Diário de Suzano - 23/10/2020
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O que realmente importa!

01 MAI 2016 - 08h00

SUELIPais e filhos, maridos e esposas vivem lotados de atividades nos dias atuais. Esse excesso de atividades gera um nível alto de estresse e acaba com os relacionamentos familiares, que estão beirando a superficialidade. Não há tempo para ficar junto, ouvir o outro, compartilhar ideias, abraçar e beijar. Os horários não "batem", e a família não se encontra. A correria diária, a luta pela sobrevivência, os problemas próprios da sociedade moderna levam as pessoas a um estado de contínuo estresse. Sentimo-nos cansados, agitados, esgotados, e o corpo e a mente sofrem as consequências disso tudo. Muitas doenças são desencadeadas pelo estresse. Hans Selye, pioneiro no estudo sobre estresse, afirmou que somente os vegetais e os mortos não sofrem tensões. Certo nível de tensão é normal. Mas, sinceramente, estamos passando dos limites.

Você se lembra de um tempo em que o mundo parecia girar mais devagar? De segunda a sexta-feira, trabalhávamos e estudávamos. No sábado, arrumávamos toda a casa. E o domingo era um dia mais calmo, quando as coisas iam mais devagar para que pudéssemos respirar melhor e nos refazer do cansaço da semana. A família podia-se encontrar e conviver. Mas, com o passar do tempo, o domingo começou a perder sua importância. Agora, nos irritamos e bufamos sete dias na semana, sem conseguirmos dar conta das inúmeras tarefas que temos que cumprir. Será esse o estilo de vida que Deus tem para nós?! Até o Criador descansou no sétimo dia.

O estresse, infelizmente, é um fato da vida nesta cultura de alta velocidade. Ele pode fazer doer sua cabeça, ou outra parte de seu corpo, provocar ânsias de vômito e aumentar sua pressão sanguínea. Ele pode até mesmo martelar em seus ouvidos e sussurrar à noite. O estresse é o preço que pagamos por sermos cavalos de corrida e não bois. Por que temos de viver de maneira tão frenética? O que poderia nos motivar a operar o motor humano a pleno vapor até que ele ameace explodir ou derreter? Essa vida corrida que vivemos é um ataque ao bom senso e ao discernimento. Certamente, não é o que Deus reservou para nós nem para as nossas famílias. Provavelmente, tenhamos que reduzir o ritmo de nossa agenda, estabelecendo prioridades. Pessoas são mais importantes que coisas. A família precisa conviver. E isso pode significar abrir mão de certos compromissos e atividades. Aprendemos na Palavra de Deus: "Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu". (Eclesiastes 3:1) "Por isso concluí que não há nada melhor para o homem do que desfrutar do seu trabalho, porque esta é a sua recompensa". (Eclesiastes 3:22)

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