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Jornal Diário de Suzano - 30/09/2020
ÚNICCO POÁ
Pmmc Sarampo
SOUZA ARAUJO
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO

Precisamos de pacificadores

24 JUL 2016 - 08h00

SUELIAs grandes guerras começam nas pequenas guerras de cada um de nós. É a guerra da intolerância, da vingança, da prepotência e, até, da guerra pela guerra. Os homens usam os argumentos mais escusos para justificarem as guerras. Até por Jesus Cristo já se batalhou. Foram as chamadas guerras santas.

Falta de compreensão quanto à verdadeira vontade de Deus. As tentativas do homem para conseguir a paz mundial têm fracassado. A história tem demonstrado amplamente que não há possibilidade de paz mundial. O mundo prega uma mudança de ambiente, situações e circunstâncias para que haja paz. Mas Deus diz que esse não é o caminho.

O problema básico do homem em relação à paz não é causado pelas circunstâncias, mas pela dureza de seu coração. Até que este seja transformado pelo poder da graça salvadora de Jesus Cristo não haverá avanço permanente na busca da paz mundial, porque o homem quer sempre fazer valer a sua vontade pessoal. Alguns, a qualquer preço.

Quando Jesus foi preso, um dos que estavam com ele estendeu a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha. Então, Jesus o repreendeu, dizendo: - "Mete no lugar a tua espada; porque os que lançarem mão da espada à espada morrerão. Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que Ele não me daria mais de doze legiões de anjos?" (Mateus 26:51-53) Temos paz com Deus através de Jesus Cristo, que é a nossa paz.

Nas bem-aventuranças, Jesus afirmou: "Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus". (Mateus 5:9)

O pacificador promove a paz. Ele não é agressivo em sua natureza e maneira de tratar as pessoas. Ele não procura rixas com os outros. Não gosta de brigas e intrigas. Esta maneira de viver é resultado da atuação do Espírito Santo em sua vida.

Ele é um pacificador, porque vive a paz de forma prática. Enquanto o mundo vibra quando vê "o circo pegar fogo", o pacificador vibra com a restauração da paz. Seu único interesse é ajudar a reconciliar as pessoas ofendidas.

Ele não é supersensível, nem defensivo.

Ser pacificador é saber controlar pensamentos e emoções. Quando um pacificador enfrenta uma situação problemática, precisa pensar sobre o que Jesus faria naquela situação e quais os princípios de Deus que poderão orientá-lo. Depois de pensar cuidadosamente sobre como reagir, ele deve saber como falar.

O pacificador sabe controlar sua língua. Muitos problemas seriam evitados, se as pessoas pensassem antes de falar. O pacificador precisa falar apenas o que edifica.

Ele deve estar pronto para ouvir, ser tardio para falar e se irar. (Tiago 1:19) O livro de Tiago também nos diz que guerras e contendas vêm por causa dos prazeres que militam em nossa carne, isto é, queremos sempre fazer valer a nossa vontade, os nossos desejos de poder.

O pacificador também está constantemente disposto a pedir perdão e perdoar, ao ofender, ou ser ofendido por alguém. Está sempre procurando a reconciliação.

Semeadores da paz, onde estamos, - é o que Deus quer que sejamos!

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