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Jornal Diário de Suzano - 13/12/2017
mrv

Suzano no Jornal Nacional

10 ABR 2015 - 08h00

Um fato triste levou o Jornal Nacional a falar de Suzano. De alguém, nasceu a infeliz iniciativa de recolher uma grande quantidade de livros didáticos novos destinados à Diretoria Estadual de Ensino de Suzano, para serem vendidos num estabelecimento de ferro-velho em Suzano. A dor tomou conta de muitos pais ao ver seus filhos sem livros e assistir no Jornal Nacional à reportagem que mostrava a inaudível e inacreditável idiotice, cometida por alguns funcionários de em levar os livros didáticos novos para a reciclagem, antes de serem usados pelos alunos.

Se é importante falar de educação nas famílias, faz-se necessário falar também, de como procede e acontece a educação nas escolas públicas.

Está ai, nas escolas de ensino médio e nas universidades, o grande sonho de tantas famílias que investem seus recursos e colocam seus filhos nelas, para vê-los crescer com uma boa formação intelectual, moral e civil. Com certeza, os livros de lingua portuguesa, de história, geografia, arte, filosofia e tecnologia, moldam a mente, concorrem muitíssimo no desenvolvimento do ser humano e viabilizam o acesso ao mundo da cultura.

Porém, na base da verdadeira cultura e do desenvolvimento da pessoa não pode faltar o livro que fale de religião, com conteúdo espiritual, moral e transcendental. Sempre houve na história a referência à cultura e à educação religiosa. Sinais preocupantes da falta dela na vida das pessoas são: o vazio interior, a perda do sentido da vida, a solidão, a violência, as rivalidades e divisões, o grave fenômeno das crises familiares, a deterioração do conceito família e a manifestação de atitudes racistas. Nas escolas prevalece uma antropologia sem Deus. A cultura parece afastar-se de Deus, passando por uma apostasia silenciosa, por parte de uma sociedade autossuficiente, que vive como se Deus não existisse.

O desaparecimento de livros que falem de religião e a falta de Deus, aumentam as carências na vida dos alunos, pois, tudo isso, abala o espírito de fé e os afasta dos valores fundamentais, éticos, religiosos e culturais.

As Escolas particulares surgiram como resposta a tantas falhas na formação escolar, moral e civil que existem nas escolas públicas, além de prover melhor ao conhecimento acadêmico, implantando e consolidando bases profundas na formação do caráter do educando, preparando-o para a vida. No entanto a maioria das famílias, não tem condições financeiras, para colocar seus filhos nessas escolas. No Alto Tietê há também Escolas Católicas, com diretores que são Padres ou religiosas e têm como um de seus pilares o fato de serem escolas cristãs. Uma educação cristã é pautada em princípios bíblicos que dizem respeito à vida, à dignidade e liberdade da pessoa humana, ao respeito mútuo, à caridade fraterna, ao amor a Deus amado de todo coração, como Criador e Pai. A Diocese de Mogi das Cruzes, possui escolas católicas de Ensino Fundamental, Médio e Superior, Escolinhas de Educação Infantil, Centros de formação e profissionalização e Cursos de Filosofia e Teologia. Será de grande utilidade para as escolas municipais e estaduais atribuir aos professores de história e filosofia a carga horária de ensino religioso, tendo em vista a formação religiosa dos alunos, andando junto com os saberes acadêmicos, éticos e sociais, para

formar uma nova geração que viva na busca de um mundo melhor.

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